Um backup completo e confiável precisa cobrir duas partes distintas do site, o banco de dados, que contém os textos, comentários e configurações, e os arquivos, que incluem imagens, temas e plugins.
Um erro comum é fazer backup de apenas uma dessas partes e assumir que o site inteiro está protegido.
O critério mais importante para um backup não é a ferramenta usada, mas o local de armazenamento.
Um backup guardado no mesmo servidor do site oferece proteção limitada, se o servidor tiver um problema físico, for invadido ou tiver a hospedagem cancelada por qualquer motivo, o backup guardado ali pode se perder junto com o site.
Por isso, o ideal é que pelo menos uma cópia do backup fique armazenada em um local externo ao servidor de hospedagem, um serviço de nuvem separado, por exemplo.
A frequência do backup deve ser proporcional à frequência de mudanças no site, um blog que publica conteúdo diariamente perde mais informação em caso de falha se o backup for apenas semanal, comparado a um site institucional que muda raramente.
Por fim, um backup só tem valor real se você já testou o processo de restauração pelo menos uma vez, antes de precisar dele de verdade em uma emergência.
É relativamente comum descobrir, apenas no momento de uma falha real, que um backup estava incompleto, corrompido ou incompatível com a versão atual do WordPress, testar a restauração periodicamente, em um ambiente de teste, não no site em produção, é a única forma de ter certeza de que o backup realmente funciona.






