Gustavo Tagliassuchi
Estudioso da web e seus desdobramentos, nerd, micreiro, pai dedicado de três filhos (um é peludo), marido esporádico, empreendedor, especialista em desenvolvimento de software para web, pesquisador, escritor, professor, marketeiro digital, blogueiro, apreciador de cervejas artesanais, admirador do WordPress, co-organizador dos Meetups de WordPress em Porto Alegre, organizador do WordCamp Porto Alegre 2019 e co-organizador em 2018 e 2017, ouvinte das músicas dos anos 80, sobrevivente do colesterol alto, corredor muito muito amador e sócio da Agência Dupla.

A morte do e-mail

A morte do e-mail

Não passa um mês sem que algum especialista anuncie a morte do e-mail. Normalmente ela vem atrelada a alguma novidade, um serviço ou produto novo, de extremo impacto, que irá mudar nossas vidas e enterrar de vez nosso velho amigo.

Mas o que ocorre é muito diferente, o e-mail não vai morrer, simplesmente porque ele é demais! É importante, é util, é eficiente, é prático, quase todo mundo tem o seu, é barato e principalmente: dá muito resultado.

Embora seja um vovô, nosso amigo ficou popular a partir de 1995, com a popularização do acesso à Internet, e também o surgimento dos webmails.

Hoje é bem fácil contar com serviços de e-mail gratuitos e de qualidade. E se quiser mais recursos, é só pagar um valor pequeno que agrega ainda mais funcionalidades.

É claro que nem sempre foi assim, um mar de rosas. Junto do e-mail veio o SPAM, disseminação de vírus e outras pragas, uso indevido, acesso indevido, e por aí vai.

Mas entendo que são coisas ruins em menor quantidade, embora o SPAM ainda dê um certo  trabalho, mas nada que justifique a morte do e-mail.

O que ajuda no e-mail

  • Facilidade de uso;
  • Facilidade de se atingir grandes quantidades de usuários a custos reduzidos (email marketing);
  • Canal de excelente resultados de vendas;
  • Cria relevância com as empresas;
  • Gera afinidade com clientes e admiradores da marca;
  • Potencializa rápidas e eficientes respostas aos usuários;
  • Pode ser medido facilmente;
  • É relativamente fácil de se implementar e enviar campanhas;
  • É utilizado facilmente nos dispositivos móveis;
  • Vai se beneficiar fortemente de IA e machine learning em pouco tempo;
  • Você manda uma mensagem e normalmente em 24h tem uma resposta;
  • O e-mail é quase um ID universal em diversas plataformas;
  • São 247 bilhões de mensagens enviadas por dia;

Coisas que não ajudam

  • Volume de SPAM;
  • Venda de listas;
  • Envios não autorizados;
  • Muitas empresas querendo dominar sua caixa de entrada;
  • Precisa evoluir nos aspectos técnicos;

A geração Z e a morte do e-mail?

Olha, não temos indícios que nem a geração Z, ou a geração alfa (depois da Z), vai conseguir matar o e-mail. Nem com o Slack e nem com outras ferramentas.

Sim é claro que outros tipos de comunicação são fortemente adotadas, vídeos instantâneos, mensagens instantâneas, redes sociais, mas o e-mail segue forte até o momento.

E então?

Também é fundamental e precisa ser dito, muito se tem trabalhado nos últimos anos contra a praga do SPAM, os volumes tem caído consideravelmente comparado ao volume de e-mails legítimos.

Grandes – e boas – empresas tem prestado excelente serviços neste sentido, esperamos então que sigam no caminho, proporcionando evolução e longevidade ao e-mail, da forma como ele merece.

O que você acha sobre a morte do e-mail?

Comente aí, mas antes olhe a quantidade de eventos de email marketing que temos apenas para este ano!

Confira o vídeo

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Gustavo Tagliassuchi

Eu sou Gustavo Tagliassuchi, minha formação é em tecnologia em informática, me especializei em desenvolvimento de software para a web, mas minha experiência profissional desde a década de 90 inclui editoração eletrônica, gráficas, desenvolvimento de aplicativos multimídia multi-plataforma, produzi muito CD-ROM, quiosques multimídia, fui o primeiro desenvolvedor da Apple no RS.Trabalhei em provedores de acesso à Internet, em algumas agências e também criei algumas delas (4 no total).Ajudei a fundar a AGADi que posteriormente virou ABRADi e se multiplicou Brasil aforaMais recentemente ainda fui sócio de uma empresa de e-mail marketing e monitoramento de mídias sociais, onde desempenhei diferentes atividades, como responsável pelo desenvolvimento de ferramentas oferecidas em padrão SAAS, fui responsável pelo suporte e atendimento de uma rede de mais de 18.000 marcas entre clientes diretos, canais e parceiros, além de dar apoio ao marketing digital da empresa.Mas isso tudo não importa, o que importa é que eu nunca deixei de fazer web sites, atender clientes de todos os tipos e portes, e ajudar amigos e parceiros a utilizar melhor a Internet e a melhorar a qualidade dos serviços que prestavam, e até a criar produtos e escalar os mesmos.Então, até influenciado por alguns deles, resolvi criar alguns cursos e transformar este conhecimento que adquiri em algo interessante para você.Não vou vender nenhuma fórmula mágica, não garanto que ninguém vá ficar milionário da noite para o dia, mas eu acredito que consigo acrescentar alguma coisa da experiência que adquiri nesses últimos 26 anos para ajudar você a melhorar e a solucionar alguns problemas dos seus clientes, vou lhe ajudar a fazer a diferença na vida dos seus clientes.

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