Gerar conteúdo é importante?

É claro que sim! Todo o esforço de colocar um site ou mesmo um blog no ar vai embora se você não mantiver alguma frequência na publicação de conteúdos relevantes.

Pode não estar muito claro para você neste momento, mas a coisa mais importante hoje, além de um web site, um blog, ou qualquer outro tipo de local na web, é produzir conteúdo, interessante, importante e relevante.

Você precisará produzir cada vez mais conteúdos relevantes para aumentar a sua audiência, gerar engajamento, e aumentar suas vendas.

Somente produzindo conteúdos de qualidade você terá respaldo dos mecanismos de busca, e então poderá ser mais facilmente encontrado e se destacar dentro deste mar de publicações irrelevantes que temos que navegar atualmente para encontrar o que nos interessa realmente.

É claro que você deve focar no primeiro momento em produzir conteúdo que interesse a sua audiência, ao seu público, seu nicho, seus clientes, ou potenciais clientes.

Isso se você souber de fato quem é o seu público.

Vamos deixar a otimização para os mecanismos de busca para um segundo momento.

1.1 Marketing de conteúdo

Não se apegue aos termos mais complicados. Poderemos falar em marketing de conteúdo, mas vamos começar pelo básico.

Você pode estar pensando, o que o marketing de conteúdo me dá que o marketing convencional já não me dá?

Bem, o marketing de conteúdo custa 62% menos e gera 3x mais leads em média!

E os blogs são o terceiro recurso mais influente na hora da compra, somente atrás dos sites de varejo e dos sites institucionais!

Criar e compartilhar conteúdo no seu site/blog e posteriormente divulgar em outros canais como email marketing e mídias sociais é o fator mais importante de sucesso para busca orgânica (você ser encontrado nos mecanismos de busca), e gerar uma conversão, que pode ser uma leitura, um interessado em seus produtos/serviços/conteúdo ou mesmo uma venda!

É esse fantástico ciclo:

Que vai fazer você criar confiança, demonstrar conhecimento, entreter e informar a sua audiência.

Mesmo que a sua audiência não seja 100% conhecida ou esteja totalmente clara para você quem seja ela de fato.

1.2 Ciclo de vida do post

Vamos falar muito em post aqui, entenda que quero realmente que tratemos sobre uma postagem de um texto no seu site ou no seu blog.

Você pode até ter um web site e não ter uma área chamada blog, talvez tenha uma área de notícias ou novidades, ou mesmo não tenha um site, tenha apenas um blog em alguma plataforma.

Vamos falar recorrentemente de um post, mas entenda post como o texto, o conteúdo principal do que você vai produzir. De certa forma, independente do tipo de conteúdo final a ser gerado, sempre vai existir um texto inicial, mesmo que seja de apenas um parágrafo!

E o post podemos dizer que na essência obedece alguns critérios que chamei aqui de ciclo de vida do post, são eles:

  • Ideia: o que vamos fazer, como e para quem;
  • Conteúdo: a expressão textual da ideia original, agregada de novos conteúdos criados por nós originalmente, ou enriquecido com conhecimento de terceiros. E lembre-se que nosso mundo atual é muito visual, para chamar a atenção temos que ter ao menos uma foto, uma imagem destaque para nossas publicações, tente sempre fazer as suas próprias fotos originais;
  • Formatação: é a maneira que temos de organizar o conteúdo e tornar nossa publicação um pouco mais bonita visualmente, facilitando a compreensão e cativando o nosso público alvo;
  • Divulgação: tudo o que fizermos precisará ser divulgado, a menos que você se contente com sua família, amigos ou apenas o pessoal da empresa acessando sua produção, teremos que buscar mais gente a todo tempo;
  • Interação: depois de publicado ainda é importante termos em mente a importância de interagir com todos os nossos leitores, comentários, mensagens, sentimentos, compartilhamentos e por aí vai, também dados de acesso aos nossos conteúdos;
  • Requalificação: não é porque foi publicado que morreu ali. Não mesmo. Conteúdo pode e deve ser revitalizado sempre que possível.

1.3 Público alvo / audiência

Muita gente escreve e dissemina por aí que temos que escrever para um público definido, ou vários públicos. E que a melhor maneira de escrever para esse público é definindo “personas”.

Público alvo = idade, gênero, região onde mora.

Persona = hábitos, desejos, necessidades, medos, dores, problemas.

Basicamente persona é a caracterização de um segmento de público que imaginamos ser quem nos lê, acessa nosso conteúdo e interage conosco baseado em interesses mútuos.

Com a definição de persona ficaria mais claro para nós saber:

  • Nível de conhecimento do público;
  • Quem são;
  • Como compram ou pensam;
  • Onde compram;
  • Porque agem desta forma;
  • Quando é que decidem comprar;
  • O que os motiva;

Entre outras informações. Mas o fato é que isso tudo é muito bonito, mas se você está aqui porque nem consegue gerar conteúdo suficiente para qualquer coisa, como posso esperar que você saiba criar ou quem sejam as personas do seu público alvo, audiência ou leitores como preferir chamar?

Sugiro que você primeiro foque em gerar conteúdo, e vá descobrindo com o tempo quem é realmente a sua audiência e aí ajustando o tom do material que produz para ser mais efetivo.

É muito mais importante você observar neste momento seus concorrentes, outras empresas, outros blogueiros, e tentar descobrir mais sobre o perfil/público alvo deles, que tendem a ser semelhantes a quem você quer atingir certo?

Também não deixe de observar seus leads, isto é, se você faz vendas, capta clientes de alguma maneira, comece a descobrir mais sobre os interesses deles, afinal eles estão chegando em você de alguma forma!

Assim como os leads, ou prospects, ou interessados em seus produtos e serviços, sua área de atuação, seu conteúdo, comece a estudar o que eles querem, o que eles precisam realmente, descubra quais são as suas dores.

Ainda, se você já possui clientes, é um tanto quanto mais fácil, você tem então produtos e serviços, você presta serviços a eles, você entrega produtos a eles. Então além de poder perguntar diretamente a eles (sim perguntar é fazer uma enquete, enviar um questionário, ligar e falar com eles) ou mesmo para sua equipe de vendas, marketing, atendimento e desenvolvimento.

Tudo isso vai importar para gerar mais conteúdos relevantes com o tempo.

Mas se quiser descobrir como criar e definir personas pode tentar a partir da ferramenta Make my persona da HubSpot. Ela é bem amigável.

Mas devo escrever para quem?

Isso tudo é muito importante, precisamos atingir nossa audiência nos canais que eles desejam ser atingidos, e isso exige trabalho adicional.

Então além de tocar o seu negócio você deve produzir conteúdo para atrair e converter a audiência.

Um dos pontos chave é descobrir para quem estamos escrevendo. Quem é a minha audiência? É masculina? É feminina? Ambos? Qual a faixa de idade? Do que eles gostam mais? Onde buscam conteúdo? Quem são meus concorrentes?

Nem sempre as respostas virão prontamente. Tenha em mente produzir conteúdo mesmo que ainda não saiba ao certo a audiência correta.

Enderece o conteúdo para resolver problemas. Crie empatia com o receptor da mensagem.

Tente realmente trabalhar e resolver problemas reais. Ajude antes, e só depois tente vender.

Se não tiver a mínima ideia de como descobrir sobre sua audiência, primeiro escreva, escreva e vá acompanhando os dados do Google Analytics (sim você tem que ter este serviço funcionando) conforme eles forem surgindo.

Isso evita alguns erros comuns, como por exemplo você define que vai escrever para uma determinada audiência, escreve, acha que está atingindo em cheio o público, e quando começa a ver os dados de Analytics ou a fazer pesquisas aprofundadas percebe que quem está lendo tem um perfil totalmente diferente do que você idealizou.

Então vamos criar o problema antes e descobrir depois?

1.4 Relevância / Conteúdos amigáveis

Isso pode parecer realmente mais básico do que realmente é, mas você sempre deve escrever alguma coisa relevante para quem deseja atingir.

Se forem clientes, tem que fazer sentido, então não tente vender mais nos seus textos (diretamente), tente por exemplo demonstrar o funcionamento correto de um produto que você comercializa.

Se você vende software, já imaginou que um tutorial com explicação dos problemas mais comuns pode ser muito relevante e ainda diminuir as solicitações no suporte?

Quando for escrever algo, tente entregar alguma coisa que faça a diferença para quem vai ler.

Mas o quanto tenho que escrever?

Muito, o tempo todo! O que você precisa saber é que hoje os mecanismos de busca preferem artigos mais longos, 2000-3000 palavras pelo menos.

Acham que se perde mais tempo escrevendo mais, provavelmente é mais relevante. Mas não ache que é só ficar enchendo linguiça para inflar os seus conteúdos. Não é isso não.

Quero dizer que pode ser mais fácil produzir por exemplo semanalmente um conteúdo, um post no blog por exemplo, de 500 palavras, que talvez até a audiência prefira para ler, porém para os mecanismos de busca você poderia ter mais sucesso publicando uma vez ao mês um grande artigo de digamos 2000 palavras.

Mas estamos começando. Vamos começar com 500 palavras por semana. É um bom começo. Depois vamos evoluindo. Alguns sairão naturalmente maiores, eventualmente alguns serão menores, mas temos que ter uma linha para seguir.

E isso pode ainda ter impacto no seu nicho, é possível que eles prefiram textos curtos, então vamos começar devagar e sempre.

1.5 Micro influência

Não precisa ter medo do termo, mas é algo que está bem recorrente de 2015 para cá.

Os micro momentos são pequenos momentos de influência na tomada de decisão do nosso consumidor.

Basicamente os consumidores são influenciados com pequenos conteúdos que aparecem nos momentos certos, como por exemplo quando estão lendo alguma coisa na tela dos celulares e não tem tempo para o conteúdo completo.

Pode ser aquilo que vai fazer a chave ser girada para a efetivação de uma compra por exemplo. São as interações fragmentadas, são o motivador das decisões por impulso.

Isso pode ser útil no futuro, não esqueça, micro momentos pedem micro conteúdos.

1.6 Blogs

Eu sou suspeito, mantenho blogs de fato desde o ano 2000. Antes disso ainda utilizava outros sistemas para publicação de conteúdos ou mesmo HTML puro.

Você pode estar pensando que nem sabe como fazer um blog, que precisa descobrir onde e como, saiba que alguns são mais comuns:

  • WordPress.com: É o mais rápido para sair mexendo. Se quiser opções mais sofisticadas vai ter que pagar;
  • Medium: Apesar de ter achado uma boa ferramenta, não tenho certeza que no futuro próximo se manterá entre nós. Tem uma versão paga que não faz muito sentido para a maioria de nós. Embora muitas empresas tenham migrado para este serviço, algumas começaram a sair;
  • Blog próprio: É a minha recomendação para você, crie seu blog/site com o WordPress.org e parta daí. É gratuito, e tem uma grande comunidade de colaboradores. Pode ser um pouco mais trabalhoso no início, mas vai lhe trazer mais alegrias no médio e longo prazo;
  • Blogger: A maioria dos blogueiros começou aqui, serviço que posteriormente foi adquirido pelo Google. Não acho que você deva utilizar, é mais limitado e ficou para trás nos recursos comparado com os demais. Mas também é gratuito. Mas achei que deveria citar.

Existem muitas outras se você pesquisar, mas não acho que mereçam muito do seu tempo.

1.7 Redes sociais

Algumas pessoas escrevem e publicam seus materiais exclusivamente em redes sociais.

Algumas empresas até tem um domínio próprio, que apontam para uma página ou perfil, em uma rede social.

Isso está totalmente equivocado! Você tem que cuidar do seu próprio conteúdo, dentro do seu próprio site.

Você é o senhor do seu conteúdo (ok, o Google também)!

Ninguém pode dizer quem vai ler ou quando, baseado em seus próprios algoritmos, é isso que as redes sociais fazem. Fique muito atento.

Publicar e divulgar apenas dentro de uma rede social é muito arriscado, gera pouco resultado e praticamente nenhuma relevância fora do circuito de curtidores / conhecedores da sua marca ou iniciativa, a menos que você pague, e mesmo que faça isso, não existe nenhuma garantia de que a audiência é realmente a que lhe interessa.

Somente a partir do seu conteúdo real, aberto e indexado em mecanismos de busca (Google e Bing principalmente) na Internet, é que você vai ter mais sucesso a partir do conteúdo que gera.

Você é o que você publica, se você não é encontrado nos mecanismos de busca, então você tende a ficar fora.

1.8 Divulgação

Agora sim, depois de todo o trabalho que tivemos para gerar, temos que divulgar.

Não existe uma fórmula mágica. Observe os canais que atingem melhor o público que você tem em mente.

Os canais são os mais diversos, são outros blogs, são sites de conteúdo e notícias, são redes sociais, são serviços de streaming de vídeo.

Você precisa definir. Comece pelo básico:

  • Facebook (fazer o que?);
  • Twitter (sim ainda é importante);
  • LinkedIn (se você tem interesse corporativo e quer atingir pessoas específicas do mercado e empresas);
  • YouTube (se for produzir vídeos);

E dependendo do seu nicho de atuação, ainda pode ser interessante o Instagram e o Pinterest.

E existem outras. Não acho que você tenha que estar em todas. Aliás, isso dá um trabalhão adicional.

Dá tanto trabalho que você que nem tem tempo para escrever, deve começar automatizando apenas.

Ou seja, publicando/compartilhando os conteúdos que acabou de colocar no seu blog.

Podem espernear, sim, o conteúdo deveria ser otimizado para cada rede. Mas você nem tem tempo para escrever!!!

Comece pelo básico, depois evolua, até porque para saber qual rede está dando mais resultado vai ter que olhar os números.

E quando achar que tem que profissionalizar a gestão de publicações em redes sociais, ou simplesmente precisa de ajuda, dê uma olhada no dlvr.it, no Hootsuite e no Buffer.

1.9 Vendas

Sim, vendas. Você deve ter pensado que ei, estou aqui para escrever, produzir conteúdo, nem falei que queria vender.

Mas é isso mesmo. Em algum momento isso vai acontecer pois você está trabalhando para:

  • Construir autoridade;
  • Aumentar o tráfego;
  • Converter usuários em leads;
  • Personalizar a sua marca;
  • Impulsionar as mídias sociais;
  • Melhorar o rankeamento em mecanismos de busca;
  • Aumentar a confiança e a lealdade na sua marca;
  • Melhorar o engajamento com o seu público;

Então em algum momento no futuro, isso vai levar a uma venda.

1.10 Escreva menos e escreva melhor

É difícil escrever e o cara está pedindo para escrever menos?

Veja, não é bem isso. Escrever menos e melhor significa muitas coisas. Mantenha a regularidade escrevendo posts maiores e mais relevantes.

Isso tende a ser mais importante e dar mais resultados que escrever muitos posts curtos mesmo que em maior frequência.

Escrever posts com 1.000 palavras ou mais deveria ser o seu foco principal. Ser original e autêntico é melhor que buscar sempre a perfeição utópica.

Mantenha a frequência, se estiver começando um post por semana pode parecer muito, então que tal escrever a cada 15 dias ou uma vez por mês?

Daqui a pouco você vai estar escrevendo mais do que isso e mantendo vários posts agendados para o futuro, e aí você repensa a frequência de publicação.

1.11 Quem vai produzir?

Isso também é uma pergunta que pouca gente se faz ou não entende. Ei mas me mandaram produzir conteúdo aqui na empresa, então é obvio que eu que vou produzir!

Calma Sherlock, a maioria de nós é lobo solitário, está sozinho na tarefa de fazer tudo ao mesmo tempo e agora.

Mas caso você trabalhe numa empresa ou tenha colegas, lembre-se do seguinte, mesmo você sendo quem vai escrever:

  • Pergunte aos colegas os problemas que eles têm com mais frequência;
  • Analise o que seria bom para a empresa divulgar;
  • As dúvidas que os clientes mais perguntam antes de fechar a compra;
  • As maiores demandas do suporte;
  • Os melhores usos dos produtos/serviços;
  • Algo que os clientes não saibam mas deveriam saber;

Isso é só para instigar. E aí você começa a ver que realmente não deveria ser uma tarefa tão solitária.

Se você trabalha numa empresa, nunca vai lhe faltar conteúdo para escrever e nem pessoas para pedir ajuda em um momento de “bloqueio criativo”.

Ainda, com o tempo pode ainda aumentar a sua equipe de produção de conteúdo.

Se existem 12 pessoas na empresa que poderiam escrever sobre alguma coisa (mesmo que você edite o material final), imagine que a frequência mesmo que cada um escreva uma vez ao mês, será bem melhor do que se for apenas você, certo?

1.12 Estabeleça um vínculo

Mesmo escrevendo conteúdo para uma empresa, você é uma pessoa, não uma marca.

Ficará mais fácil quando o leitor do outro lado perceber isso, sendo uma pessoa escrevendo para outra, que eventualmente enfrenta as mesmas situações na vida.

Conte algumas histórias, compartilhe momentos e depoimentos de outras pessoas, isso vai fazer o vínculo ficar mais forte.

1.13 Seja realista

Vamos sair do zero para um post ou artigo, então já melhoramos 100%!

Vamos ser bem realistas e trabalhar dentro das possibilidades.

É melhor começar devagar e ir aumentando do que criar uma falsa expectativa que vai nos gerar frustração desnecessária.

Estou com bloqueio

Algumas vezes já tive períodos de grandes bloqueios criativos. Pelo menos achava que tinha.

Mas qual o segredo para evitar o bloqueio? Escrever! Mas para escrever mais, vá ler mais, leia muito, e mantenha a regularidade da escrita.

Sempre digo, algum conteúdo é melhor que nenhum conteúdo.

Somos pessoas, nem sempre o humor e a motivação serão os mesmos, então escreva mesmo assim.

E claro, não transfira suas frustrações pessoais para a sua audiência diretamente. Você até pode escrever sobre isso, mas a maioria das pessoas já tem as próprias frustrações para ler as alheias, definitivamente devemos evitar.

Lendo matérias de terceiros normalmente você tem ideias. Lendo outros blogs, lendo a concorrência.

E as vezes a inspiração não vem de algo da mesma área que atuamos, então sofrer interferências é benéfico.

Pesquise no suporte técnico da sua empresa, descubra ali novos assuntos para esclarecer.

Olhe os e-mails de clientes ou leitores antigos, veja se respondeu a todas as questões deles.

Vá editar um conteúdo antigo, acrescente novos conteúdos que você descobriu.

Lembre-se de que você pode não ser a máquina de ideias que gostaria, mas a prática leva sempre à perfeição.

Interaja, pergunte, mantenha sempre uma lista de assuntos para esses momentos de pouca inspiração.

Se estiver sem conseguir escrever, grave um vídeo! Olhe o vídeo, escreva o roteiro e grave novamente.

Quando estiver dirigindo e tiver uma ideia boa, grave um áudio para ouvir depois, se puder anote.

Às vezes é uma coisa boa parar, dar um passo para trás, enxergar tudo o que foi feito, analisar o que está funcionando bem, o que não está funcionando.

Se estiver realmente com algum bloqueio, mais um motivo para escrever!

Mas se ainda assim estiver bloqueado, saia do ambiente que está, vá dar uma volta, ler um livro, uma revista, mude os ares. Faça algo que não estava programado, leia uma revista que não leria normalmente, acesse alguns sites ou blogs que não sejam diretamente conectados aos seus interesses.

Se preferir, assista ao vídeo do módulo inteiro!

Material de apoio

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Gustavo Tagliassuchi
Eu sou Gustavo Tagliassuchi, minha formação é em tecnologia em informática, me especializei em desenvolvimento de software para a web, mas minha experiência profissional desde a década de 90 inclui editoração eletrônica, gráficas, desenvolvimento de aplicativos multimídia multi-plataforma, produzi muito CD-ROM, quiosques multimídia, fui o primeiro desenvolvedor da Apple no RS. Trabalhei em provedores de acesso à Internet, em algumas agências e também criei algumas delas (4 no total). Ajudei a fundar a AGADi que posteriormente virou ABRADi e se multiplicou Brasil afora Mais recentemente ainda fui sócio de uma empresa de e-mail marketing e monitoramento de mídias sociais, onde desempenhei diferentes atividades, como responsável pelo desenvolvimento de ferramentas oferecidas em padrão SAAS, fui responsável pelo suporte e atendimento de uma rede de mais de 18.000 marcas entre clientes diretos, canais e parceiros, além de dar apoio ao marketing digital da empresa. Mas isso tudo não importa, o que importa é que eu nunca deixei de fazer web sites, atender clientes de todos os tipos e portes, e ajudar amigos e parceiros a utilizar melhor a Internet e a melhorar a qualidade dos serviços que prestavam, e até a criar produtos e escalar os mesmos. Então, até influenciado por alguns deles, resolvi criar alguns cursos e transformar este conhecimento que adquiri em algo interessante para você. Não vou vender nenhuma fórmula mágica, não garanto que ninguém vá ficar milionário da noite para o dia, mas eu acredito que consigo acrescentar alguma coisa da experiência que adquiri nesses últimos 26 anos para ajudar você a melhorar e a solucionar alguns problemas dos seus clientes, vou lhe ajudar a fazer a diferença na vida dos seus clientes.
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