Gustavo Tagliassuchi
Estudioso da web e seus desdobramentos, nerd, micreiro, pai dedicado de três filhos (um é peludo), marido esporádico, empreendedor, especialista em desenvolvimento de software para web, pesquisador, escritor, professor, marketeiro digital, blogueiro, apreciador de cervejas artesanais, admirador do WordPress, co-organizador dos Meetups de WordPress em Porto Alegre, organizador do WordCamp Porto Alegre 2019 e co-organizador em 2018 e 2017, ouvinte das músicas dos anos 80, sobrevivente do colesterol alto, corredor muito muito amador e sócio da Agência Dupla.

E quando o seu cliente não tem e-mail?

E quando o seu cliente não tem e-mail?

É importante lembrar, mesmo que nosso objetivo com email marketing seja informar, entreter, enviar dados valiosos para nossos clientes, podemos nos deparar com situações onde o seu cliente não tem e-mail!

E agora?

Você precisa voltar um pouco no tempo e lembrar que antigamente pouca gente tinha e-mail. E começamos então a solicitar, perguntar, construir nossa base, muita gente foi se acostumando, criando e-mails e aí a coisa foi crescendo.

Mas não é totalmente verdade que todo mundo tem e-mail. Não podemos presumir isso. Comece a analisar o seu nicho, dependendo, precisará voltar às raízes, e começar a solicitar, quem sabe você pode educar, de alguma forma ensinar ele a criar o e-mail?

É importante deixar claro que uma grande parcela de usuários ainda prefere ser acionada por meios convencionais, como cartas e materiais impressos. E esses dados são dos EUA!

Educando o usuário

Claro que não vai ser fácil colocar um computador, uma pessoa para treinar, ainda mais se você não for grande o suficiente para manter este custo adicional na operação.

Mas aí quem sabe um material impresso, links para como fazer isso online? Alguma parceria com um curso específico, um voucher de descontos?

Por que eu deveria fazer isso?

Não é adequado pensar no usuário apenas como um potencial cliente e observar ele como fonte de $. Pense nos clientes como pessoas, e como você pode impactar eles de maneira positiva.

Certamente se eles não possuírem e-mail e você ajudar a criar, eles utilizarão para os mais diversos fins, e lembrarão de você por isso.

Mostre a eles o que acontecerá

Quando tiverem um e-mail configurado e cadastrado, exiba alguns exemplos dos conteúdos dos seus envios, demonstre que as informações que você envia são importantes e relevantes para eles.

É claro faça alguma demonstração comercial, mostre que eles terão inclusive vantagens comerciais adicionais recebendo seus e-mails.

No seu ponto físico

Se seu negócio dispõe de estrutura física para atendimento aos clientes, utilize isso ao seu favor, locais de coleta – preferencialmente formulários eletrônicos com double opt-in – devem ser disponibilizados e facilitados.

Seus colaboradores devem ser muito bem treinados na arte de solicitar e-mails e explicar a importância de receber suas comunicações eletrônicas.

Se o e-mail for coletado via sistema, garanta que o usuário vai receber um e-mail para confirmar o opt-in, explique isso inclusive, ele vai se lembrar do momento que informou, a chance de dar certo é muito alta.

No seu site e redes sociais

Ofereça é claro no site diversos pontos de opt-in, assim como nas suas redes sociais. Algumas delas permitem inclusive adicionar um botão específico ou página para este fim.

Lembrando do mais importante

Mantenha a regularidade das suas campanhas, com 10 contatos ou com 10.000 contatos na base, foque nos envios, faça tudo dentro do planejamento.

E quando usuários se cadastrarem o primeiro e-mail deve ser o de boas-vindas, ofereça informações sobre o que eles vão passar a receber, seus endereços, telefones, pontos de contato para atendimento e suporte.

Assim ele pode manter os dados com ele e ainda desafogar eventualmente outros pontos de contato focados em vendas por exemplo.

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Gustavo Tagliassuchi

Eu sou Gustavo Tagliassuchi, minha formação é em tecnologia em informática, me especializei em desenvolvimento de software para a web, mas minha experiência profissional desde a década de 90 inclui editoração eletrônica, gráficas, desenvolvimento de aplicativos multimídia multi-plataforma, produzi muito CD-ROM, quiosques multimídia, fui o primeiro desenvolvedor da Apple no RS.Trabalhei em provedores de acesso à Internet, em algumas agências e também criei algumas delas (4 no total).Ajudei a fundar a AGADi que posteriormente virou ABRADi e se multiplicou Brasil aforaMais recentemente ainda fui sócio de uma empresa de e-mail marketing e monitoramento de mídias sociais, onde desempenhei diferentes atividades, como responsável pelo desenvolvimento de ferramentas oferecidas em padrão SAAS, fui responsável pelo suporte e atendimento de uma rede de mais de 18.000 marcas entre clientes diretos, canais e parceiros, além de dar apoio ao marketing digital da empresa.Mas isso tudo não importa, o que importa é que eu nunca deixei de fazer web sites, atender clientes de todos os tipos e portes, e ajudar amigos e parceiros a utilizar melhor a Internet e a melhorar a qualidade dos serviços que prestavam, e até a criar produtos e escalar os mesmos.Então, até influenciado por alguns deles, resolvi criar alguns cursos e transformar este conhecimento que adquiri em algo interessante para você.Não vou vender nenhuma fórmula mágica, não garanto que ninguém vá ficar milionário da noite para o dia, mas eu acredito que consigo acrescentar alguma coisa da experiência que adquiri nesses últimos 26 anos para ajudar você a melhorar e a solucionar alguns problemas dos seus clientes, vou lhe ajudar a fazer a diferença na vida dos seus clientes.

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