Gustavo Tagliassuchi
Estudioso da web e seus desdobramentos, nerd, micreiro, pai dedicado de três filhos (um é peludo), marido esporádico, empreendedor, especialista em desenvolvimento de software para web, pesquisador, escritor, professor, marketeiro digital, blogueiro, apreciador de cervejas artesanais, admirador do WordPress, co-organizador dos Meetups de WordPress em Porto Alegre, organizador do WordCamp Porto Alegre 2019 e co-organizador em 2018 e 2017, ouvinte das músicas dos anos 80, sobrevivente do colesterol alto, corredor muito muito amador e sócio da Agência Dupla.

365 dias andando de Táxi – e um de Uber

Bem, desde o ano passado quando ocorreu o evento climático que matou meu amigo vermelho, por uma sucessão de fatores achei por bem me deslocar nas pequenas distâncias que faço no dia a dia através de Táxis, aqui em Porto Alegre-RS.

Com o passar do tempo percebi algumas coisas interessantes no mundo dos Taxistas:

  • Os que ficam nos pontos mais perto da minha residência acabam não aceitando mais as corridas, pois eu normalmente faço uma pequena corrida;
  • Os veículos em geral, cerca de 70%, são sujos e mau cuidados. Os que são bem cuidados normalmente são próprios ou tem apenas um motorista além do proprietário;
  • Embora eu sempre tente facilitar o troco, ou solicitar veículo que aceite cartão de crédito/débito, na primeira hora da manhã a maioria, cerca de 90% nunca tem troco para notas maiores, e acha ainda que você deve ser responsável pelo troco, não eles;
  •  Uma boa parte, cerca de 50% acha que você tem que ouvir as músicas que eles querem, no volume que eles querem;
  • Uma parte, cerca de 30% acha que tem que contar pra você uma história triste pessoal ou xingar governos pela situação do país;
  • E a cada 20 corridas em média, pego um taxista que precisa ser lembrado que deve dirigir de maneira adequada e respeitar a sinalização de trânsito. Após eu informar isso ficam de cara amarrada querendo me atirar do Táxi em movimento;
  • Uma boa parcela, diria uns 50%, fumam dentro do carro e deixam o mesmo empestilhado para todo o sempre;
  • Utilizo os aplicativos Easy Taxi e 99Taxis, normalmente uso o 99, é melhor e mais rápido para localizar motoristas;
  • A maioria odeia o Uber, e quando começamos a conversar a respeito eles sempre dizem que nem sabiam que era assim que funcionava…
  • Cerca de 40% tem o péssimo hábito de aceitar corridas no aplicativo enquanto estão em outra corrida ou pior, indo para uma direção diferente de onde eu estou;
  • Meu gasto médio mensal para manter meu carro (gasolina, box, imposto e manutenção) era R$ 818,89 e com o táxi gasto em média R$ 391,69, então me parece muito adequada a troca;
  • Eu gastaria mais de Táxi caso não voltasse pra casa a pé na maioria dos dias, ou melhor, gastaria menos caso fosse a pé para o trabalho, além de caminhar 20 minutos a mais;

Entendo que caminhar 20 minutos para chegar em casa, passando por parques e praças, cainho parte ensolarado e parte na sobra de grandes árvores me oferece algumas vantagens, como pensar a respeito das coisas que tenho pra fazer antes de chegar em casa, que de outra forma, dirigindo, eu nunca conseguia fazer.

Ontem, 25/02/2016, pela primeira vez consegui utilizar o serviço do Uber, fui até um local e paguei R$ 19,12 e ao retornar fazendo o mesmo trajeto de Táxi paguei R$ 25,00. Então agora para os trajetos maiores vou tentar utilizar mais o Uber, e quem sabe em um ano consigo escrever as minhas impressões deste serviço também?

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Gustavo Tagliassuchi

Eu sou Gustavo Tagliassuchi, minha formação é em tecnologia em informática, me especializei em desenvolvimento de software para a web, mas minha experiência profissional desde a década de 90 inclui editoração eletrônica, gráficas, desenvolvimento de aplicativos multimídia multi-plataforma, produzi muito CD-ROM, quiosques multimídia, fui o primeiro desenvolvedor da Apple no RS.Trabalhei em provedores de acesso à Internet, em algumas agências e também criei algumas delas (4 no total).Ajudei a fundar a AGADi que posteriormente virou ABRADi e se multiplicou Brasil aforaMais recentemente ainda fui sócio de uma empresa de e-mail marketing e monitoramento de mídias sociais, onde desempenhei diferentes atividades, como responsável pelo desenvolvimento de ferramentas oferecidas em padrão SAAS, fui responsável pelo suporte e atendimento de uma rede de mais de 18.000 marcas entre clientes diretos, canais e parceiros, além de dar apoio ao marketing digital da empresa.Mas isso tudo não importa, o que importa é que eu nunca deixei de fazer web sites, atender clientes de todos os tipos e portes, e ajudar amigos e parceiros a utilizar melhor a Internet e a melhorar a qualidade dos serviços que prestavam, e até a criar produtos e escalar os mesmos.Então, até influenciado por alguns deles, resolvi criar alguns cursos e transformar este conhecimento que adquiri em algo interessante para você.Não vou vender nenhuma fórmula mágica, não garanto que ninguém vá ficar milionário da noite para o dia, mas eu acredito que consigo acrescentar alguma coisa da experiência que adquiri nesses últimos 26 anos para ajudar você a melhorar e a solucionar alguns problemas dos seus clientes, vou lhe ajudar a fazer a diferença na vida dos seus clientes.

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