A algum tempo atrás um colega aqui, colunista do Baguete, escreveu sobre controlar ou não controlar os e-mails e a navegação dos colaboradores das empresas.
Pois vamos as novas portas a serem fechadas nas redes das empresas. Com a proliferação dos softwares que permitem troca de arquivos, normalmente através de protocolos P2P (peer-to-peer ou point-to-point como preferem outros), vemos o surgimento de mais uma dor de cabeça, as máquinas dos seus colaboradores servindo de repositório e mostrando todos os seus arquivos confidenciais para quem quiser.
Na prática é fácil comprovar, instalei dois softwares (Kazaa Lite e Morpheus) e executei buscas mais absurdas como *.doc, *.xls e *.mdb. Milhares de arquivos de tudo quanto é tipo, e muita, mas muita informação confidencial. Fiquei realmente emocionado com a quantidade e qualidade de documentos que foi retornado a mim. Até um planejamento de marketing de um grande fabricante de aparelhos de telefonia celular eu encontrei. Dizia até porque a concorrência estava vendendo mais e as ações a serem tomadas daqui pra frente.
Fascinante a que ponto a tecnologia avança. E seguindo a linha do que disse o colega sobre controlar a vida dos colaboradores, tem que controlar sim, pois é uma questão de segurança e de sobrevivência.
Pense nisso!
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Esta semana vamos falar um pouco sobre segurança. Nestes tempos em que você nem sabe o que recebe por e-mail e nem precisa ler a mensagem para contaminar toda a rede da sua empresa, a dica é a seguinte.
Se você é usuário de computadores portáteis ou não tem certeza que seu colega respeita sua privacidade, seguem algumas sugestões:
1 – Secure Notes Organizer
O Secure Notes Organizer permite que você organize suas informações de forma hierárquica, faça busca por palavras-chave, e ainda por cima proteja tudo com senha. Mas não é uma senha para executar o software somente, a senha e os dados são encriptados por um algoritmo de encriptação do tipo “strong”. Vão ser necessários muitos processadores rodando em paralelo para quebrar isso. Além de ter uma cara que lembra o Outlook, os níveis de organização permitem criar diversos tipos de “folhas”. O banco de dados tem um “engine” proprietário, que além de rápido ainda compacta o arquivo pra manter o tamanho o menor possível. Ainda de quebra possui um utilitário para compactar arquivos externos. Imagine que ao invés de instalar um PGP ou outro tipo de mecanismo de segurança ou autenticação no seu software de e-mail, você combina com o destinatário uma senha e envia os arquivos invioláveis como anexos comuns e lá ele faz a operação reversa para reaver o arquivo. Sem precisar ter o SNO na máquina dele. Se você receber algum arquivo que precise ser destruído, pode fazer isso com o apagador de arquivos, que é seguro e obedece aos padrões do governo americano para destruição de arquivos eletrônicos. Ah, e tem mais: a interface é em português “do Brasil”. Custa US$ 29,95 para usuário doméstico e US$ 39,95 para usuário corporativo. Comprando em volume, tem desconto. Optando pelo “bundle”, que vem com outros softwares adicionais, é possível que fique até mais atraente para o bolso.
Quem: Secure Action

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