A grande verdade sobre o iPad

Eu demorei, não é que não gostasse da coisa, mas achava que issi ia deixar minha nerdice ainda mais acentuada, fazendo com que dedicasse cada vez menos tempo à família que só aumenta.

Engano meu, essa tralha eletrônica é sem dúvida uma ferramenta criativa em primeira instância, me permite criar facilmente coisas que me demandariam em outros tempos abrir o pc se estivesse em local apropriado, ou ainda rabiscar o moleskine que não uso mais.

Entrei de cabeça nisso, me sinto mais criativo e possuidor de recursosnque estavam me faltando, embora simples e intuitivos. Até meu filho de 6 anos se saiu bem, assim como minha esposa que senti já estar pensando no presente de natal…

Vou fazer mais do que simplesmente utilizar, vou buscar compartilhar aqui um pouco daquilo que acho importante, e quem sabe fazer com que uma pessoa pelo menos já utilize isso como um estímulo, já ficarei feliz.

Amanhã é vida nova aos blogs empoeirados que mantenho. Me aguardem.

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10
out 2010
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Causo da Apple

Lá por volta de 1996, eu e meus sócios na Appoint, empresa que desenvolvia aplicações multimídia, resolvemos evoluir tecnicamente, passando a ter acesso ao suporte e informações técnicas de nossos principais fornecedores, elencamos assim Adobe, Macromedia, Microsoft e Apple.

Afinal, além dos softwares você pode se tornar desenvolvedor (por uma pequena taxa…) tendo acesso a informações técnicas em primeira mão, além de suporte rápido quando necessário. Tudo de vento em popa com as primeiras três, o resultado foi até acima do esperado, informações freqüentes, atualizações, patches em primeira mão, testes de softwares e novidades antes de chegarem ao mercado, e por aí vai.

Porém na Apple o momento não era propício, o Steve Jobs tinha trazido um cara, John Sculley se não me falha a memória, um cara legal, trabalhou em grandes companhias antes, e depois tirou o próprio Jobs da empresa. Apesar de ter ficado 10 anos a frente da Apple, em 1995 ele é saído, entra em cena o Gil Amelio, também cheio de molduras na parede da sala.

Porém a estratégia de permitir que outras empresas vendam clones autorizados não foi a melhor, e a Apple mergulhou numa grande crise financeira. Essa crise em 1996 me fez adquirir a caneta mais cara da minha vida, custou US$ 1.000,00. Não que eu quisesse uma caneta roller-ball com o logo da Apple (ainda era o colorido), mas foi a única coisa que recebi até quase o final de 1997, referente a ter me tornado desenvolvedor da Apple… Foi complicada a coisa, mas a partir dali eles começaram a mandar os materiais na frequência esperada, inclusive prorrogaram a minha inscrição por um bom tempo depois do ocorrido.

O mais interessante que desenvolvíamos em Director e Authorware na época, e frequentes eram os trabalhos que faziamos tudo no mac e geravamos os “projectors” (executáveis) no mac para depois rodar no PC. Era melhor, mais fácil, e normalmente tudo funcionava bem. Assim como captura e edição de vídeo não linear, não tinha como fazer direito no PC, o mac levava vantagem.

Até compramos depois do primeiro PowerMac um clone da APC com um processador PowerPC 603, ótima máquina, já com diversos elementos mundanos de PC, como drives IDE, barramento PCI e por aí vai.

Finalizo esse dizendo que fiquei com cacotes de ter usado Mac um tempo, necessidade de utilizar um desktop maior (com dois monitores) e sempre tentava fazer as coisas fáceis do MacOS no Windows, nem sempre com sucesso.

Depois disso larguei de mão total, fiquei anos sem ter contato com qualquer tralha da Apple, mesmo o iPod, só voltei a mexer nisso recentemente porque a empresa me deu um iPhone. Então comecei a furungar mais. Me deu uma saudade de desenvolver algumas coisas, confesso que fui pesquisar a renovação da minha licença de Apple Developer, mas primeiro vou ter que me coçar e comprar um iMac ou um MacBook.

Mas o resultado disso eu conto em outro post…

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18
mar 2010
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Comprando na Apple US e BR

Esse post é duplo, primeiro tentava adquirir o QuickTime na Apple lá fora, que não aceitava me vender, tive que fazer uma pequena gambiarra, fornecendo CEP de uma cidade americana para conseguir efetivar a transação. Enfim sucesso, mas falho o processo.

Já aqui na Store da Apple no Brasil, gostaria de ter comprado um MacBook Pro, mas a primeira compra foi mais simples, um cabo AV para o iPhone.

O processo foi tranquilo, o pagamento talvez pelo valor, menos de R$ 200,00 não exibia opções de parcelamento, não sei se foi por isso, but, após efetuar o pagamento no cartão, recebi e-mail de confirmação, e em poucos dias o produto chegou.

Bem legal o processo, tem um tracking razoável, e depois de confirmada a entrega ainda veio uma pequena pesquisa de satisfação. Vamos ver se na próxima compra vem algo mais robusto ;)

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28
jan 2010
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