agosto 6, 2009 | In: Baguete, Weblog
Entrevista aos amigos
É sempre bom dar uma entrevista, ainda mais para amigos bem humorados! Tava precisando rir um pouco…
agosto 6, 2009 | In: Baguete, Weblog
É sempre bom dar uma entrevista, ainda mais para amigos bem humorados! Tava precisando rir um pouco…
julho 24, 2009 | In: Mandou?
Como muita gente pediu, achei interessante publicar, como retirei do PPT, pode parecer um pouco sem nexo, mas essas dicas são muito importantes para você que deseja fazer um bom e-mail marketing, com algum resultado.
Retirado da palestra de Gustavo Tagliassuchi no primeiro e-mail marketing Brasil em Porto Alegre-RS.
O e-mail perfeito
Abre perfeitamente em todos softwares de e-mail
Abre perfeitamente em todos webmails
Nunca é marcado como spam
Passa pelos filtros de todos os provedores
Fica igual em todos os computadores em qualquer sistema operacional
Carrega as imagens automaticamente sempre
Fala Padre Quevedo
Isso non ecxiste!
Definindo a abordagem
Pensar na maioria, na média, e ignorar os problemas dos demais
Tentar fazer a peça chegar em quase todos os casos da melhor maneira possível, sabendo que:
Vai pontuar
Vai ficar diferente
Pode ser considerada SPAM
Não vai abrir as imagens automaticamente
O básico
Assunto da mensagem
Conteúdo textual e com imagens
HTML bem formatado (cabeçalho, corpo e rodapé)
Código HTML (corpo, o que fica entre o cabeçalho e rodapé)
CSS no corpo e inline
Tamanho das URLs e nomenclatura das mesmas
Peque pelo excesso, imagem e texto dizendo o que tem dentro da imagem
Todos enxergam tudo?

Também é importante
Requisitos do W3C para nomes e caracteres especiais nas URLs e no conteúdo
Palavras especiais e muito pontuadas
Imagens grandes demais (em largura/altura e tamanho físico em KB)
Imagens como fundo em tabelas
Fundo da peça escuro e fonte padrão escura
Visualização externa e Opt-out sempre
Coloque links nas imagens e no texto!!!
Sugestão

Só pode ser imagem
O Cliente/Agência exige que seja só a bela imagem premiada do diretor de arte seja enviada, sem texto feio nenhum
Fatie a imagem
Para cada fatia coloque um texto diferente no ALT do código HTML
Prefira publicar na URL do site para onde vai linkar o conteúdo


Palavra proibida: SPAM
BR_SAVED_URI – 1.5 pontos
BR_CLIQUE_AQUI – 1.8 pontos
HTML_IMAGE_RATIO_02 BODY – 1.2 pontos
HTML_00_10 BODY – 1.2 pontos
HTML_30_40 BODY – 0.1 pontos
HTML_90_100 BODY – 0.6 pontos
Bateu na casa dos 5 pontos: É SPAM!
Atente para
Faça a peça parecer o que ela é, a ponta do iceberg, ela tem que levar o usuário para algum lugar, que não seja hospedagem gratuita!
Se você não quer que pareça um spam, não faça a peça com cara de SPAM, nem com cara de vírus que vai contaminar o PC se algo for clicado
Se puder, e tiver dados para, personalize a peça, nem que seja com o nome de quem recebe
Teste sempre
Crie contas de e-mail em diversos provedores, pagos e gratuitos
Receba e teste a peça em diversos webmails
Não cole o que você copiar no word ou excel dentro do editor da sua ferramenta de e-mail marketing
Não coloque scripts, flash e nada que não seja nativo de um simples e-mail!
Prefira usar o seu site e sua URL própria para imagens
Cuide também
Remetente / endereço de resposta válido
Softwares como anti vírus, firewall, anti scam/phishing, skype
Editor da sua ferramenta vs editor profissional
Para fechar
Contrate uma agência digital para fazer o seu e-mail marketing, faz TODA a diferença do mundo!
Gustavo Tagliassuchi é Diretor de Desenvolvimento da Dinamize.
julho 24, 2009 | In: Mandou?
O evento mais importante do e-mail marketing Brasileiro foi idealizado e executado em tempo recorde. A edição RS do evento ocorreu no dia 24 de julho de 2009 no hotel Sheraton em Porto Alegre-RS. Foram palestras, cases e debate. Além de muitas dicas importantes, a platéia estava lotada, além de ter muita gente foi fantástico ver todo mundo anotando tudo o que era mostrado.
Para quem quiser conferir a cobertura acesse o site do evento.
julho 9, 2009 | In: Notícias
É, a 5ª edição está chegando. Lembro da organização da primeira… Desbravando o mercado e educando ao mesmo tempo. E segue o desafio, agora com o fantástico Pierre Lévy, que esteve em Porto Alegre diversas vezes e sempre se reinventando. Também Edmar Bulla da Nokia, Paulo Castro do Terra, Charles Bezerra do GAD´Innovation. Ainda Caio Túlio, que circulou pelo UOL, IG e Oi. Mediação da Sandra Carvalho da Info. Vai ferver! Dia 24 de agosto de 2009 na PUCRS, mais informações confira aqui.
julho 4, 2009 | In: Só na Internet
Da séria de tralhas do twitter, essa é interessante… Deem uma conferida.
julho 1, 2009 | In: Mandou?
A agência preparou aquele material muito bem bolado. Rapidamente mandam uma imagem JPG que o pessoal de TI insere no site e linkam no código HTML do seu próximo envio pela ferramenta de e-mail marketing. Tudo certo, enviado. O retorno foi baixíssimo. Certamente a ferramenta de envio nos traiu, nossa base é muito boa, tem aderência aos nossos produtos e serviços, foi criada e mantida por nós mesmos.
Tudo errado. Você produziu um belo SPAM! A imagem poderia estar muito bonita, mas um e-mail marketing somente com uma imagem, é SPAM! Pelo menos para a maioria dos provedores e dos filtros anti-spam mais utilizados.
Entenda que é preciso ter algum balanceamento entre imagens, conteúdos textuais e links na peça. Prefira sempre esta abordagem. Utilize as imagens linkadas absolutamente para dentro do seu web site. Utilize links que direcionem para a página do produto ou conteúdo ao qual se referem. Se você colocar na peça uma notícia na íntegra, porque alguém clicaria para ler ela novamente no seu site?
Isso vale com os produtos. Arquivos jamais devem ser enviados como anexos. O corpo total em HTML não deve ultrapassar 42Kb de tamanho no geral, com algumas ressalvas ou exceções. Não há hoje muita necessidade de se enviar o conteúdo de forma somente textual numa peça de e-mail marketing, a maioria dos leitores não utiliza mais dessa forma.
Porém não exagere, se o conteúdo for demasiadamente imagem na peça, além de pontuar mais para um score de SPAM, no caso de programas de e-mail ou webmails que não carregam automaticamente as imagens, você já vai ter o comprometimento da peça. Mas se o usuário mesmo sem carregar as imagens já pode ler do que se trata, as chances de sucesso são maiores.
Prefira o CSS inline se possível, é chato de fazer mais mais garantido para quem vai ler, uma vez que o Hotmal, LiveMail, Yahoo e Gmail insistem em mexer no código alheio para preservas as suas interfaces. Mas pense no seguinte, se você vai ao médico para ter um diagnóstico confiável, porque entregar a confecção da sua peça a qualquer um? Prefira auxílio profissional. Na falta desse atente para as observações das empresas especializadas em envio.
E lembre-se, nunca uma peça ficará 100% em todos os locais onde vai ser visualizada, a menos que se tenha algum sacrifício a ser feito na mesma. Então pense na maioria sempre, mas não em todo mundo.
Se quiser veja algumas dicas da Dinamize para utilizar o Easy Mailing com uma taxa ainda maior de sucesso.
julho 1, 2009 | In: Mandou?
Normalmente as empresas iniciam no e-mail marketing fazendo alguma coisa de maneira muito amadora, enviando para alguns e-mails via Outlook mesmo. Porém ao ultrapassarem a barreira das dezenas de contatos (e-mails) percebem que não é mais tão prático fazer isso.
Algumas optam por opções caseiras para envio de e-mails, interna à sua infra-estrutura. E logo se dão conta como é entrar em lista de bloqueio ou mesmo inutilizar o endereço IP, muitas vezes recebendo advertências da prestadora de serviços de conexão à Internet.
Aí, as melhores se dão conta que é necessário alguma coisa um pouco mais sofisticada, uma ferramenta específica, porque entregar os e-mails é mais importante do que enviar milhares deles. Aí buscam ferramentas como o Easy Mailing da Dinamize.
Então, voltando ao ponto inicial, você tem poucos contatos, comece pelo começo. Faça os formulários de cadastramento para recebimento de e-mail marketing no seu site cadastrarem diretamente na ferramenta de envio. Permita que os formulários genéricos de contato do seu site façam a mesma coisa, desde que informando a quem os preenche que isso pode ser feito se ele permitir.
Faça formulários internos para sua equipe cadastrar os contatos relevantes das empresas clientes ou mesmo as que estão em prospecção. Afinal, é preciso ter aderência ao seu negócio, ao seu conteúdo. É um processo sinérgico.
Jamais compre listas prontas. Primeiro porque é muito difícil encontrar listas boas, simplesmente porque elas não existem. Empresas de marketing direto sérias, jamais entregam suas listas, elas fazem os envios para você. Podem ser uma alternativa, mas aí o controle não é seu, é deles.
Veja, se a sua empresa faz equipamentos hospitalares, então uma lista de médicos da associação médica parece ser uma boa para incrementar o seu mailing list. Errado. Quem disse que eles realmente tem interesse no seu produto? Mais adequado seria fazer uma divulgação via a própria entidade, normalmente além da sua divulgação entidades fazem divulgação de parceiros comerciais. Aí, como a peça será sua, e remeterá ao seu site, com seus produtos e serviços sendo divulgados, muito provavelmente uma parcela interessada dos médicos irá solicitar informações adicionais dos seus produtos, e mesmo solicitar o cadastramento no seu mailing.
É aí que a coisa toda muda de figura. Utilizando uma ferramenta que forneça informações simples o suficiente para saber quem acessou sua peça, o conteúdo de interesse, fica mais fácil filtrar e atacar no bom sentido, os clientes com potencial maior de vendas.
E a gerência da sua lista, do seu mailing, passa a ter um objetivo gerencial muito mais estratégico do que você jamais imaginou.
É muito fácil começar. O que você está esperando?
junho 11, 2009 | In: Weblog
Não estou brincando, sempre que posso é para lá que eu vou!
junho 4, 2009 | In: Weblog
Poucas coisas têm sido mais prejudiciais que a crença por parte de indivíduos ou grupos (ou tribos ou Estados ou nações ou igrejas) em que ele, ela ou eles detêm a posse isolada da verdade.
Especialmente em relação a como viver, o que ser e fazer – e de aqueles que divergem deles não apenas estão equivocados, como são maus ou loucos e precisam ser freados ou suprimidos.
É uma arrogância terrível e perigosa acreditar que você, e você apenas, tem razão; que possui um olho mágico que enxerga a verdade e que outras pessoas não podem estar certas se discordam disso.
Autor: Isaiah Berlin, um dos mais importantes intelectuais do século XX. Originalmente publicado no jornal Folha de São Paulo mas eu li aqui.
maio 29, 2009 | In: Colunas
Neste mês, completando mais uma primavera, e perto da quadragésima, me senti um pouco velho desta vez. Não sei como passou tão rápido tudo, mas vou resumir o que tenho feito ultimamente.
Passando 1980 eu jogava o meu atari 2600 ou algum pocket do Donkey Kong, ainda namorava um Apple II, mas demorou mais um pouco para comprar o MSX. Enquanto isso eu lia muito a Micro Sistemas, a PC World (que ainda não tinha virado um jornalzinho) e a MSX Micro.
Foram muitas fitas de jogos compradas na Metaldata ou pelo correio. Foram muitas cópias via datacorder (era um gravador de mão com o azimuth regulado para ficar mais agudo e certeiro), com o pessoal da rua, difícil era funcionar, enquanto entre um jogo de cartucho e outro de diskete 360Kb simples face e simples densidade, digitava 300 linhas de basic, que aprendi na Advancing lá no centro, para rodar um quadradinho de um canto a outro da tela usando as teclas do cursor para controlar, ou aquela tartaruga da linguagem Logo que parecia uma pedra.
Até tinha um modem Parks para acessar o Cirandão, quem lembra disso?
Então logo chegou os anos 90, ao invés do XT preferi um 286, muito rápido, 2Mb de RAM, 40 Mb de disco RLL ou MFM sei lá como chamava, não tinha tela de fósforo verde, era branquinha mesmo.
Muito PC Tools, Norton Commander, conexão de 2400 bps com a BBS da Sisnema, tinha DOS, tinha Lotus 123, PC Anywhere, muito protocolo Kermit, Z-Modem e por aí vai. Fazendo upload do LHA, dos drivers de vídeo da placa Trident, eu conseguia créditos suficientes para baixar a lista das senhas do do pessoal da UFRGS que acessava o Vortex, lá era legal. Lá a gente achava que sabia o que era Internet.
Então logo começamos a mexer naqueles programas esquisitos, tinha o Autocad, comprei até o co-processador aritmético para usar, acabei deixando de lado.
Gostei mais do Animator, fazia umas animações legais, aprendi no curso da Grapho com o Luciano e sua senhora. Conheci amigos, que viraram sócios. A multimídia entrava na minha vida, assim como o primeiro Macintosh, era 1993 e ele já tinha dois monitores e capturava vídeo.
Resolvi que ia virar desenvolvedor da Apple. Paguei a licença anual de US$ 1.000,00. Foi naquele ano que o Jobs foi embora e o cara da Pepsi veio incomodar com Apples genéricos. A única coisa que recebi da Apple durante o ano seguinte foi uma caneta rollerball com o logo coloridinho ainda. Foi certamente a caneta mais cara que comprei.
Mas a Macromedia era legal, o Director, o Authorware, grande suporte aos desenvolvedores, assim como a Adobe, onde participei do lançamento do PageMill. Assim como o primeiro gravador de DVD, que custou quase US$ 5.000,00. Mas era bom, gravava as vezes em 1X os CDs virgens que custamam US$ 30,00.
Mas logo aprendi que tinha que ter um HD-AV, que não fazia calibração térmica enquanto estivesse em uso, foram apenas US$ 1.700,00 pelo Micropolis de 1,7Gb SCSCI, mas era legal, tinha gabinete externo como a maioria dos dispositivos SCSI, aqueles das placas Adaptec, que eram wide, ultra wide e por aí vai.
Aprendi a colocar uma rede Novell para fazer PCs (IPX/SPX) e Macintoshes conversarem (Appletalk), mas não foi fácil, porque nos manuais da Novell que vinha para o Brasil (sim, trabalhava com softwares registrados), as páginas que falavam disso não acompanhavam o restante. Aprendi também que um volume de disco Novell que não se monta não vale nada. Conheci um tal de NT 3.5.1.
Então em seguida surgiu uma coisa que pouca gente dá valor, muita tela preta e comandos tristes e inertes foram substituídos por um tal de Windows. Primeiro que vi foi o 2.0. Depois apareceu um 3.0, outro 3.11 for workgroups, e depois de um tempo a maravilha da engenharia de software da MicroSoft, o Windows 95. Podem me xingar, falar mal do Bill, da MS, mas o 95 significou o mesmo que o celular para a telefonia.
Passamos do inferno para um calor tropical. Foi bom. Depois de fazer muitos CDs e mandar prensar na Sony Music, achei que a tal da Internet tinha futuro, meus sócios não.
Nos separamos, comecei a gostar da coisa, muito recurso de multimídia aproveitável para a Internet, a primeira conexão (Vortex não conta) com a Conex, provavelmente a primeira internet compartilhada por servidor Linux, configurada pelo Dinamérico.
Muitos sites vieram, muitos e-mails, dezenas de horas no IRC e salas de chat, trumpet, Eudora (eu ainda uso) e Netscape, webmaster de provedor, muito conteúdo, projetos .com a torto e a direito, conhecendo pessoas novas, cuidando de gente e de recursos crescentes, o primeiro link de 256Kb a gente nunca esquece, assim como o primeiro modem 56Kb da Motorola, não era um USRobotics mas quebrava o galho, se a linha fosse tom, pulso era feio.
Então no início de 2000 muita coisa mudou, segui o meu rumo, os web sites me chamavam, a primeira transmissão em streaming de uma assembléia de consórcio pela Internet, para o consórcio Amauri, no Estreito em Florianópolis-SC, com um modem HDSL da Brasil Telecom recém adquirindo a Telesc. O roteador a Matrix emprestou. Foram anos legais, muito flash, muito endereço absoluto.
Aí as coisas se complicam, porque as pessoas são complicadas. Meu avô sempre dizia que fazendo negócios com as pessoas é que realmente conhecemos elas. Eu demorei para entender, mas segui adiante. Foram acertos, erros, muitos sites, muitos hot sites, aliás, centenas, muitas pessoas legais, empresas fantásticas, clientes maravilhosos que conheci e que admiro até hoje. Mas a vida continua, o primeiro site da NET, tava aparecendo o Cable Modem NET, era 256Kb mas era meu.
O Terayon veio, a velocidade e o preço aumentaram, mas seguimos adiante. Colocaram fibra ótica pela cidade toda, ao invés de ligar preferiram deixar tudo apagado. Foram anos de correria, de conhecimento, de vontade de crescer e seguir adiante. Algumas pessoas não entenderam, fugiram, correram de medo. Outras foram por outros caminhos.
Mas entendi que o meu caminho era esse. Então em 2008 uma mudança radical. Algo para melhor, quem sabe, vamos ver, e lá vamos nós de novo. Não aquento mais as redes sociais, os pios o dia inteiro, mas é por ali que temos que ir, porque alguém tem que sinalizar o caminho. Foi meio corrido o texto, mas lembrando, você já fez o seu e-mail marketing hoje?
Onde estaremos amanhã? Eu não sei, mas espero que a velocidade e a largura de banda sejam grandes e que o monitor tenha pelo menos 22 polegadas.
Ouça o podcast!