Fórum de Internet Corporativa 2010

Comunicação digital e o novo mercado de consumo

Como o crescimento do consumo nas classes C e D impacta as estratégias digitais

19 de outubro de 2010 | Teatro do Prédio 40 da PUCRS | Porto Alegre

A sexta edição do Fórum de Internet Corporativa (FIC) traz para debate o fenômeno social e econômico que vem transformando a realidade brasileira e impactando diversos segmentos de negócio, em especial o de marketing digital: a inserção das classes C e D no mercado de consumo. Para analisar este cenário, o FIC unirá teoria e prática sob a ótica de vários especialistas.

Na primeira parte do evento, o keynote speaker Erik Qualman, especialista em mídias sociais e autor do livro “Socialnomics: How Social Media Transforms the Way We Live and Do Business”, abordará a transformação socioeconômica causada pela mudança de comportamento em torno das redes sociais. Completando a programação da manhã, a IBM apresentará sua visão sobre as tendências e oportunidades tecnológicas neste novo contexto.

A segunda parte será composta por dois painéis focados na aplicação prática e nos resultados das estratégias de comunicação digital voltadas ao público C e D. No Painel Corporativo, representantes da Claro, Mercado Livre e Fiat apresentarão suas experiências e posicionamento frente a este movimento; no Painel Indicadores de Mercado, duas especialistas em informações sobre perfil do consumidor – Data Popular e Serasa Experian – irão ilustrar, por meio de estatísticas e fatos, o potencial que este fenômeno representa.

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24
set 2010
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Fórum de Internet Corporativa

É, a 5ª edição está chegando. Lembro da organização da primeira… Desbravando o mercado e educando ao mesmo tempo. E segue o desafio, agora com o fantástico Pierre Lévy, que esteve em Porto Alegre diversas vezes e sempre se reinventando. Também Edmar Bulla da Nokia, Paulo Castro do Terra, Charles Bezerra do GAD´Innovation. Ainda Caio Túlio, que circulou pelo UOL, IG e Oi. Mediação da Sandra Carvalho da Info. Vai ferver! Dia 24 de agosto de 2009 na PUCRS, mais informações confira aqui.

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09
jul 2009
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Internet: quando os pequenos concorrem com os grandes

O Brasil possuía 150 mil domínios de internet registrados em 2000. Porém, até janeiro do ano passado, este número deu um salto para mais de um milhão de domínios. Tamanho crescimento foi estimulado principalmente pelo uso do site como ferramenta de vendas e de comunicação institucional das empresas. Ter um canal aberto com o público, seja para vendas, seja para relacionamento, abre portas para o empresário, e quem estiver de fora deste esquema do século 21 poderá perder tempo e dinheiro.

O assessor econômico da Fecomércio-RS, Carlos Cardoso, lembra que a internet fez com que a concorrência deixasse de ser física, ou seja, se antes um loja concorria apenas com uma outra da mesma cidade ou Estado, agora isso mudou, dando chances bastante equalizadas para pequenas lojas do varejo brigarem com as grandes redes. “O que diferencia uma loja da outra fica por conta da qualidade do site e, principalmente, da usabilidade do portal”, avalia. A usabilidade se refere à facilidade de uso, sendo assim, não adianta a empresa oferecer um canal de vendas se o usuário não sabe como proceder para realizar a compra ou então por alguma razão fica descontente com o serviço.

O economista acredita que as empresas deveriam investir numa consultoria para realizar a criação do site. “O custo de criação e manutenção pode ser encarado como um investimento que recupera facilmente o seu valor. Isso se dá por meio das vendas ou até mesmo da melhora de relacionamento entre instituição e público”, sinaliza Cardoso, que ainda alerta que nos dias de hoje ter um bom site é mais do que uma necessidade – é uma exigência.

Conforme explica o diretor da empresa Agência de Internet, empresa de gestão digital de negócios, Gustavo Tagliassuchi, a busca de lojas de pequeno porte pela criação ou reestruturação de sites tem sido grande. “E esse trabalho precisa ser feito de forma bastante detalhada, conhecendo bem o público-alvo da empresa, os produtos e a forma de trabalho. Além disso, na hora de vendas on-line, muito mais do que criar um site, o empresário precisa estar ciente de que questões de logística e atendimento são fundamentais para o sucesso”, considera. Ele ainda conta que as pequenas lojas que usam a internet como um canal de vendas e contato com o cliente passam mesmo a concorrer diretamente com grandes redes de lojas, obtendo assim retorno institucional e financeiro. “Muito querem apenas criar um site, mas conforme o tempo passa, os e-mails enviados e pedidos que surgem naturalmente mostram que essa pode ser uma nova atuação desta empresa”, avalia Tagliassuchi.

Segundo informações do Ibope NetRatings, em Porto Alegre, cerca de 53% dos acessos são de mulheres, contra 47% dos homens. Este é um dos indicativos que já podem ser pensados na hora de uma empresa trabalhar a criação de um portal. E o enfoque para as vendas virtuais tem sido tão procurado que, segundo o Nielsen/NetRatings, em 2001 existiam 17 endereços eletrônicos do setor de e-commerce (lojas, leilões e endereços de shoppings de grandes portais); já em 2006 este número passou para 88 sites, um crescimento de 417%.

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15
jan 2008
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