Em outros tempos, tempos antigos da Internet, a diversidade de tecnologias, a qualificação dos poucos prestadores de serviços na área, e alguma especulação financeira, permitiam que projetos fossem orçados em patamares inimagináveis no dia de hoje.
Falo isso porque muita coisa mudou de lá pra cá, muita gente boa começou a trabalhar, muitos mitos e bolhas se estouraram, muitas tecnologias foram criadas, muitos preços que foram artificialmente inflados se viram obrigados a retroceder, porém uma coisa não mudou muito, o Cliente.
Lembre-se que o Cliente é aquele que aposta com você, lhe dá as chances e subsídios para efetuar um ótimo trabalho, lhe permite ousar enquanto cria e presta um serviço de boa qualidade. Ah, detalhe, o Cliente ainda sabe que você mora, compra roupa e paga as suas contas!
Porém temos ainda a categoria do consumidor, que por certas vezes nos aborda como se fosse um bom Cliente, mas conversa vai, conversa vem, pode espremer um pouco mais no orçamento, pedir aquelas coisinhas que não estavam previstas, esticar um pouco os prazos de pagamento e ainda, querer que você de amém em todas as novidades por ele estipuladas.
É claro que não existe uma regra para separar estas duas situações, e volta e meia nos depararemos com ela, sempre na expectativa de concretizar a atração de um novo Cliente a cada abordagem.
Mas acima de tudo, o Cliente é o chefe, é ele quem manda, e precisa ser bem tratado, respeitado e de preferência ouvido com frequência, porque por mais incrível que pareça, o Cliente sabe demais sobre nosso negócio, e suas palavras valem ouro.
Nem sempre a atenção a ele se dá da maneira adquada, mas quando somos atenciosos ele nos brinda com a indicação de outro Cliente! É o ciclo virtuoso do processo comercial da empresa.
Salve todos os Clientes, meu respeito profundo e os votos de um 2005 mais atencioso a você e sua empresa, querido Cliente!