Arquivo de dezembro de 2004

Chega de 2004

segunda-feira, 27 de dezembro de 2004

Em 2004 eu aprendi muito! Engraçado como a cada ano tenho a impressão de que as coisas acontecem mais rápido que nos anos anteriores. Mas é bem verdade que tenho a sensação de ter vivido e aprendido muito num ritmo maior também, e sempre aumentando a pressão.

É claro que nem tudo que a gente aprende utiliza e nem tudo de bom que fazemos se traduz em resultados práticos e visíveis num primeiro momento. Nem por isso desanimamos ao primeiro obstáculo, embora as vezes ele pareça intransponível.

Depois de todas as coisas boas de 2004, e algumas não tão boas assim, só posso esperar que em 2005 elas sejam muito melhores, me ensinem bastante e passem mais rápido que em 2004.

Penso ainda que vou me esforçar para me tornar uma pessoa melhor, e o mesmo digo dos meus empreendimentos, aos meus clientes e funcionários amo vocês! Espero que em 2005 a gente faça muito melhor, juntos!

Quando a minha leitora estiver lendo esta coluna estarei torrando na areia da praia, para os meus bits de descanso anuais, este ano com certeza merecidos mais do que nunca…

Cuidem com os fogos da virada, não queimem nada antes da hora!

O site de auto-ajuda

segunda-feira, 20 de dezembro de 2004

Outro dia um cliente perguntou porque nossos sites eram entregues “na casca”. Na realidade eles são entregues como o cliente quiser, apenas somam-se os itens na proposta para se ter o preço final!

É claro que é necessário analisar o conteúdo que vai para o site antes de desenvolver a estrutura que comportará essas informações, mas incluir dezenas, centenas e às vezes milhares de produtos, textos, artigos, manuais em PDF e imagens de todos os tipos e tamanhos tem um custo!

Para dar suporte a autonomia do cliente, passamos a fazer os sites com gerenciadores de conteúdo, ou como outro cliente falou, o site de vocês é com auto-ajuda? Depois que entendi o raciocínio confirmei que sim! Temos o privilégio de fornecer essas ferramentas para auxiliar o gerenciamento do site dos nossos clientes.

É claro que alguns não querem e nem fazem questão de receber treinamento para operar a interface administrativa, preferem a boa e velha manutenção mensal ou sob demanda! Isso quer dizer exatamente o que?

Que temos a faca e o queijo na mão, você só precisa definir se vai comer ele agora ou mais tarde, enquanto isso a gente fatia ele para você…

A arte do preenchimento do briefing

segunda-feira, 13 de dezembro de 2004

Recentemente li um artigo fantástico de Elaine Xavier, no WebInsider, se quiserem mando o link, mas tem que pedir por e-mail! O artigo sintetizava de uma forma sensacioal a dificuldade de se preencher um briefing na maioria das vezes. Isso que a autora aborda o tema pela ótica de uma agência, dupla de criação, sintetiza de forma real o trabalho que dá fazer esse documento sagrado ? que normalmente deveria nortear um trabalho de criação ou desenvolvimento ? para em inúmeras vezes sequer ser lido.

Trabalho com desenvolvimento para a web a bastante tempo, aprendi que o briefing precisa ser simples o suficiente para ser preenchido, prático para ser olhado, entendido e respondido com poucas perguntas, e de preferência ter uma disposição sintética, uma ou duas folhas para ser fácil de manusear.

Não que tenha descoberto a forma maravilhosa de fazer isso, de certa forma os anos e os profissionais e clientes com que me relacionei, além de vasto material de consulta disponível Internet afora, a gente vai tentando e modificando até ficar bom.

E isso facilita a vida um monte, dali saem as propostas iniciais e os brainstorms internos da nossa equipe. As vezes é preciso fazer uma segunda visita pra esclarecer pontos obscuros ou novas idéias, mas a síntese nestes tempos de redução de custos (isso implica em reduzir custos da prospecção também!) é fundamental.

Se a minha leitora fiel quiser envio uma cópia do nosso material mais atualizado, sem problema algum. Mas lembro que o papelzinho 90g A4 não é mágico, você é quem vai preencher ele!

O Cliente e o consumidor

terça-feira, 7 de dezembro de 2004

Em outros tempos, tempos antigos da Internet, a diversidade de tecnologias, a qualificação dos poucos prestadores de serviços na área, e alguma especulação financeira, permitiam que projetos fossem orçados em patamares inimagináveis no dia de hoje.

Falo isso porque muita coisa mudou de lá pra cá, muita gente boa começou a trabalhar, muitos mitos e bolhas se estouraram, muitas tecnologias foram criadas, muitos preços que foram artificialmente inflados se viram obrigados a retroceder, porém uma coisa não mudou muito, o Cliente.

Lembre-se que o Cliente é aquele que aposta com você, lhe dá as chances e subsídios para efetuar um ótimo trabalho, lhe permite ousar enquanto cria e presta um serviço de boa qualidade. Ah, detalhe, o Cliente ainda sabe que você mora, compra roupa e paga as suas contas!

Porém temos ainda a categoria do consumidor, que por certas vezes nos aborda como se fosse um bom Cliente, mas conversa vai, conversa vem, pode espremer um pouco mais no orçamento, pedir aquelas coisinhas que não estavam previstas, esticar um pouco os prazos de pagamento e ainda, querer que você de amém em todas as novidades por ele estipuladas.

É claro que não existe uma regra para separar estas duas situações, e volta e meia nos depararemos com ela, sempre na expectativa de concretizar a atração de um novo Cliente a cada abordagem.

Mas acima de tudo, o Cliente é o chefe, é ele quem manda, e precisa ser bem tratado, respeitado e de preferência ouvido com frequência, porque por mais incrível que pareça, o Cliente sabe demais sobre nosso negócio, e suas palavras valem ouro.

Nem sempre a atenção a ele se dá da maneira adquada, mas quando somos atenciosos ele nos brinda com a indicação de outro Cliente! É o ciclo virtuoso do processo comercial da empresa.

Salve todos os Clientes, meu respeito profundo e os votos de um 2005 mais atencioso a você e sua empresa, querido Cliente!