A qualidade da sua peça de e-mail marketing

posted on 1st of julho, 2009

A agência preparou aquele material muito bem bolado. Rapidamente mandam uma imagem JPG que o pessoal de TI insere no site e linkam no código HTML do seu próximo envio pela ferramenta de e-mail marketing. Tudo certo, enviado. O retorno foi baixíssimo. Certamente a ferramenta de envio nos traiu, nossa base é muito boa, tem aderência aos nossos produtos e serviços, foi criada e mantida por nós mesmos.

Tudo errado. Você produziu um belo SPAM! A imagem poderia estar muito bonita, mas um e-mail marketing somente com uma imagem, é SPAM! Pelo menos para a maioria dos provedores e dos filtros anti-spam mais utilizados.

Entenda que é preciso ter algum balanceamento entre imagens, conteúdos textuais e links na peça. Prefira sempre esta abordagem. Utilize as imagens linkadas absolutamente para dentro do seu web site. Utilize links que direcionem para a página do produto ou conteúdo ao qual se referem. Se você colocar na peça uma notícia na íntegra, porque alguém clicaria para ler ela novamente no seu site?

Isso vale com os produtos. Arquivos jamais devem ser enviados como anexos. O corpo total em HTML não deve ultrapassar 42Kb de tamanho no geral, com algumas ressalvas ou exceções. Não há hoje muita necessidade de se enviar o conteúdo de forma somente textual numa peça de e-mail marketing, a maioria dos leitores não utiliza mais dessa forma.

Porém não exagere, se o conteúdo for demasiadamente imagem na peça, além de pontuar mais para um score de SPAM, no caso de programas de e-mail ou webmails que não carregam automaticamente as imagens, você já vai ter o comprometimento da peça. Mas se o usuário mesmo sem carregar as imagens já pode ler do que se trata, as chances de sucesso são maiores.

Prefira o CSS inline se possível, é chato de fazer mais mais garantido para quem vai ler, uma vez que o Hotmal, LiveMail, Yahoo e Gmail insistem em mexer no código alheio para preservas as suas interfaces. Mas pense no seguinte, se você vai ao médico para ter um diagnóstico confiável, porque entregar a confecção da sua peça a qualquer um? Prefira auxílio profissional. Na falta desse atente para as observações das empresas especializadas em envio.

E lembre-se, nunca uma peça ficará 100% em todos os locais onde vai ser visualizada, a menos que se tenha algum sacrifício a ser feito na mesma. Então pense na maioria sempre, mas não em todo mundo.

Se quiser veja algumas dicas da Dinamize para utilizar o Easy Mailing com uma taxa ainda maior de sucesso.

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Como fazer e ampliar sua base de contatos

posted on 1st of julho, 2009

Normalmente as empresas iniciam no e-mail marketing fazendo alguma coisa de maneira muito amadora, enviando para alguns e-mails via Outlook mesmo. Porém ao ultrapassarem a barreira das dezenas de contatos (e-mails) percebem que não é mais tão prático fazer isso.

Algumas optam por opções caseiras para envio de e-mails, interna à sua infra-estrutura. E logo se dão conta como é entrar em lista de bloqueio ou mesmo inutilizar o endereço IP, muitas vezes recebendo advertências da prestadora de serviços de conexão à Internet.

Aí, as melhores se dão conta que é necessário alguma coisa um pouco mais sofisticada, uma ferramenta específica, porque entregar os e-mails é mais importante do que enviar milhares deles. Aí buscam ferramentas como o Easy Mailing da Dinamize.

Então, voltando ao ponto inicial, você tem poucos contatos, comece pelo começo. Faça os formulários de cadastramento para recebimento de e-mail marketing no seu site cadastrarem diretamente na ferramenta de envio. Permita que os formulários genéricos de contato do seu site façam a mesma coisa, desde que informando a quem os preenche que isso pode ser feito se ele permitir.

Faça formulários internos para sua equipe cadastrar os contatos relevantes das empresas clientes ou mesmo as que estão em prospecção. Afinal, é preciso ter aderência ao seu negócio, ao seu conteúdo. É um processo sinérgico.

Jamais compre listas prontas. Primeiro porque é muito difícil encontrar listas boas, simplesmente porque elas não existem. Empresas de marketing direto sérias, jamais entregam suas listas, elas fazem os envios para você. Podem ser uma alternativa, mas aí o controle não é seu, é deles.

Veja, se a sua empresa faz equipamentos hospitalares, então uma lista de médicos da associação médica parece ser uma boa para incrementar o seu mailing list. Errado. Quem disse que eles realmente tem interesse no seu produto? Mais adequado seria fazer uma divulgação via a própria entidade, normalmente além da sua divulgação entidades fazem divulgação de parceiros comerciais. Aí, como a peça será sua, e remeterá ao seu site, com seus produtos e serviços sendo divulgados, muito provavelmente uma parcela interessada dos médicos irá solicitar informações adicionais dos seus produtos, e mesmo solicitar o cadastramento no seu mailing.

É aí que a coisa toda muda de figura. Utilizando uma ferramenta que forneça informações simples o suficiente para saber quem acessou sua peça, o conteúdo de interesse, fica mais fácil filtrar e atacar no bom sentido, os clientes com potencial maior de vendas.

E a gerência da sua lista, do seu mailing, passa a ter um objetivo gerencial muito mais estratégico do que você jamais imaginou.
É muito fácil começar. O que você está esperando?

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Eu adoro a praia grande em Torres

posted on 11th of junho, 2009

Não estou brincando, sempre que posso é para lá que eu vou!

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Donos da verdade

posted on 4th of junho, 2009

Poucas coisas têm sido mais prejudiciais que a crença por parte de indivíduos ou grupos (ou tribos ou Estados ou nações ou igrejas) em que ele, ela ou eles detêm a posse isolada da verdade.

Especialmente em relação a como viver, o que ser e fazer – e de aqueles que divergem deles não apenas estão equivocados, como são maus ou loucos e precisam ser freados ou suprimidos.

É uma arrogância terrível e perigosa acreditar que você, e você apenas, tem razão; que possui um olho mágico que enxerga a verdade e que outras pessoas não podem estar certas se discordam disso.

Autor: Isaiah Berlin, um dos mais importantes intelectuais do século XX. Originalmente publicado no jornal Folha de São Paulo mas eu li aqui.

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Um pouco mais velho

posted on 29th of maio, 2009

Neste mês, completando mais uma primavera, e perto da quadragésima, me senti um pouco velho desta vez. Não sei como passou tão rápido tudo, mas vou resumir o que tenho feito ultimamente.

Passando 1980 eu jogava o meu atari 2600 ou algum pocket do Donkey Kong, ainda namorava um Apple II, mas demorou mais um pouco para comprar o MSX. Enquanto isso eu lia muito a Micro Sistemas, a PC World (que ainda não tinha virado um jornalzinho) e a MSX Micro.

Foram muitas fitas de jogos compradas na Metaldata ou pelo correio. Foram muitas cópias via datacorder (era um gravador de mão com o azimuth regulado para ficar mais agudo e certeiro), com o pessoal da rua, difícil era funcionar, enquanto entre um jogo de cartucho e outro de diskete 360Kb simples face e simples densidade, digitava 300 linhas de basic, que aprendi na Advancing lá no centro, para rodar um quadradinho de um canto a outro da tela usando as teclas do cursor para controlar, ou aquela tartaruga da linguagem Logo que parecia uma pedra.

Até tinha um modem Parks para acessar o Cirandão, quem lembra disso?

Então logo chegou os anos 90, ao invés do XT preferi um 286, muito rápido, 2Mb de RAM, 40 Mb de disco RLL ou MFM sei lá como chamava, não tinha tela de fósforo verde, era branquinha mesmo.

Muito PC Tools, Norton Commander, conexão de 2400 bps com a BBS da Sisnema, tinha DOS, tinha Lotus 123, PC Anywhere, muito protocolo Kermit, Z-Modem e por aí vai. Fazendo upload do LHA, dos drivers de vídeo da placa Trident, eu conseguia créditos suficientes para baixar a lista das senhas do do pessoal da UFRGS que acessava o Vortex, lá era legal. Lá a gente achava que sabia o que era Internet.

Então logo começamos a mexer naqueles programas esquisitos, tinha o Autocad, comprei até o co-processador aritmético para usar, acabei deixando de lado.

Gostei mais do Animator, fazia umas animações legais, aprendi no curso da Grapho com o Luciano e sua senhora. Conheci amigos, que viraram sócios. A multimídia entrava na minha vida, assim como o primeiro Macintosh, era 1993 e ele já tinha dois monitores e capturava vídeo.

Resolvi que ia virar desenvolvedor da Apple. Paguei a licença anual de US$ 1.000,00. Foi naquele ano que o Jobs foi embora e o cara da Pepsi veio incomodar com Apples genéricos. A única coisa que recebi da Apple durante o ano seguinte foi uma caneta rollerball com o logo coloridinho ainda. Foi certamente a caneta mais cara que comprei.

Mas a Macromedia era legal, o Director, o Authorware, grande suporte aos desenvolvedores, assim como a Adobe, onde participei do lançamento do PageMill. Assim como o primeiro gravador de DVD, que custou quase US$ 5.000,00. Mas era bom, gravava as vezes em 1X os CDs virgens que custamam US$ 30,00.

Mas logo aprendi que tinha que ter um HD-AV, que não fazia calibração térmica enquanto estivesse em uso, foram apenas US$ 1.700,00 pelo Micropolis de 1,7Gb SCSCI, mas era legal, tinha gabinete externo como a maioria dos dispositivos SCSI, aqueles das placas Adaptec, que eram wide, ultra wide e por aí vai.

Aprendi a colocar uma rede Novell para fazer PCs (IPX/SPX) e Macintoshes conversarem (Appletalk), mas não foi fácil, porque nos manuais da Novell que vinha para o Brasil (sim, trabalhava com softwares registrados), as páginas que falavam disso não acompanhavam o restante. Aprendi também que um volume de disco Novell que não se monta não vale nada. Conheci um tal de NT 3.5.1.

Então em seguida surgiu uma coisa que pouca gente dá valor, muita tela preta e comandos tristes e inertes foram substituídos por um tal de Windows. Primeiro que vi foi o 2.0. Depois apareceu um 3.0, outro 3.11 for workgroups, e depois de um tempo a maravilha da engenharia de software da MicroSoft, o Windows 95. Podem me xingar, falar mal do Bill, da MS, mas o 95 significou o mesmo que o celular para a telefonia.

Passamos do inferno para um calor tropical. Foi bom. Depois de fazer muitos CDs e mandar prensar na Sony Music, achei que a tal da Internet tinha futuro, meus sócios não.

Nos separamos, comecei a gostar da coisa, muito recurso de multimídia aproveitável para a Internet, a primeira conexão (Vortex não conta) com a Conex, provavelmente a primeira internet compartilhada por servidor Linux, configurada pelo Dinamérico.

Muitos sites vieram, muitos e-mails, dezenas de horas no IRC e salas de chat, trumpet, Eudora (eu ainda uso) e Netscape, webmaster de provedor, muito conteúdo, projetos .com a torto e a direito, conhecendo pessoas novas, cuidando de gente e de recursos crescentes, o primeiro link de 256Kb a gente nunca esquece, assim como o primeiro modem 56Kb da Motorola, não era um USRobotics mas quebrava o galho, se a linha fosse tom, pulso era feio.

Então no início de 2000 muita coisa mudou, segui o meu rumo, os web sites me chamavam, a primeira transmissão em streaming de uma assembléia de consórcio pela Internet, para o consórcio Amauri, no Estreito em Florianópolis-SC, com um modem HDSL da Brasil Telecom recém adquirindo a Telesc. O roteador a Matrix emprestou. Foram anos legais, muito flash, muito endereço absoluto.

Aí as coisas se complicam, porque as pessoas são complicadas. Meu avô sempre dizia que fazendo negócios com as pessoas é que realmente conhecemos elas. Eu demorei para entender, mas segui adiante. Foram acertos, erros, muitos sites, muitos hot sites, aliás, centenas, muitas pessoas legais, empresas fantásticas, clientes maravilhosos que conheci e que admiro até hoje. Mas a vida continua, o primeiro site da NET, tava aparecendo o Cable Modem NET, era 256Kb mas era meu.

O Terayon veio, a velocidade e o preço aumentaram, mas seguimos adiante. Colocaram fibra ótica pela cidade toda, ao invés de ligar preferiram deixar tudo apagado. Foram anos de correria, de conhecimento, de vontade de crescer e seguir adiante. Algumas pessoas não entenderam, fugiram, correram de medo. Outras foram por outros caminhos.

Mas entendi que o meu caminho era esse. Então em 2008 uma mudança radical. Algo para melhor, quem sabe, vamos ver, e lá vamos nós de novo. Não aquento mais as redes sociais, os pios o dia inteiro, mas é por ali que temos que ir, porque alguém tem que sinalizar o caminho. Foi meio corrido o texto, mas lembrando, você já fez o seu e-mail marketing hoje?

Onde estaremos amanhã? Eu não sei, mas espero que a velocidade e a largura de banda sejam grandes e que o monitor tenha pelo menos 22 polegadas.

 
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Eu estudei na Ulbra

posted on 26th of abril, 2009

O ano era 1991, era a segunda turma de informática da universidade, no novíssimo campus de Canoas, poucos prédios, muita área disponível, acesso difícil de ônibus e trem, carro poucos colegas tinham naquela época.

Ainda que me chamaram de louco, pois entre e a PUC e a Ulbra preferi a segunda, pelo menos os horários das aulas eram decentes, ocupavam turnos definidos, o que me daria oportunidade de trabalhar.

A universidade já não tinha uma boa reputação, ah passar na Ulbra é fácil. Mas nem era tão fácil não, média 8, 75% de freqüência mínima, corpo docente de pessoas esforçadas mas que tinham se formado no máximo a um ano atrás, poucos eram os mestres e doutores, mas o pessoal era esforçado, se via o andamento dos trabalhos, se via investimentos e reconhecimento. Muito se falava de pesquisa científica e muitos eram os projetos e vagas para alunos pesquisadores ? até fui um deles.

Ali fiz grandes amizades, tive o pensamento modificado por excelentes mestres, boas lembranças e conhecimentos que carrego até hoje. Alguns professores hoje são doutores, alguns colegas viraram professores, e muitos deles bons amigos. Alguns colegas viraram empresários, outros sumiram para sempre em eras de Internet lascada e poucos celulares disponíveis.

Ali me formei, a muito custo porque tranquei o curso quando o $$ começou a entrar (má escolha). E voltei a contragosto, pois levei um colega lá para conhecer onde iria estudar, e alguns ex-colegas agora professores ou gestores insistiram em ver quanto faltava para eu me formar. A boa notícia era que faltavam poucas cadeiras e créditos, a má notícia era que o curso que entrei originalmente (Informática) seria extinto, eu deveria me formar naquele ano!

Isso era 2002 já, a universidade estava enorme, dezenas de prédios novos, milhares de alunos (e alunas) andando pelos corredores e pátios entre os prédios, milhares de vagas de estacionamento, e detalhe, de Canoas a universidade alcançara todo o Brasil, interior do RS, ou seja, crescera de maneira surreal.

Eu aceitei o desafio, não foi um ano fácil aquele, mas no final deu tudo certo e o canudo veio. Pouco tempo depois, em 2005, retornei para uma pós-graduação, minha primeira especialização formal. Também motivo de reencontro com amigos, professores e colegas, alguns de trabalho.

Entre a graduação e a pós ainda participei de alguns eventos, palestras, dei uma ou outra aula, falei para alunos de primeiro e segundo semestres como é empreender por aqui, foi muito bom, só tenho boas lembranças.

Fiquei muito triste a partir do ano passado, quando problemas estruturais graves começaram a aparecer, coisas inacreditáveis que abalaram meu sentimento com relação à instituição que me formara para o mercado e também para a vida. Conversei com diversas pessoas de lá pra cá, o problema se avolumou, a greve na rede de saúde (meu primeiro filho nasceu num hospital da Ulbra, assim como lá fiz meu primeiro plano de saúde), tudo colaborava para um trágico desfecho.

Mas nem tudo estava perdido, existem pessoas decentes, a linha mestra da razão e da boa vontade foi retomada. Até me deu um alívio embora não fosse afetado diretamente.

Fiquei ainda mais contente quando vi lá no meio da nova gestão um grande colega e amigo, agora eu sei que a coisa vai voltar ainda melhor do que era no começo. Vão e voltem logo, estou torcendo por vocês.

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Internet: quando os pequenos concorrem com os grandes

posted on 15th of janeiro, 2008

O Brasil possuía 150 mil domínios de internet registrados em 2000. Porém, até janeiro do ano passado, este número deu um salto para mais de um milhão de domínios. Tamanho crescimento foi estimulado principalmente pelo uso do site como ferramenta de vendas e de comunicação institucional das empresas. Ter um canal aberto com o público, seja para vendas, seja para relacionamento, abre portas para o empresário, e quem estiver de fora deste esquema do século 21 poderá perder tempo e dinheiro.

O assessor econômico da Fecomércio-RS, Carlos Cardoso, lembra que a internet fez com que a concorrência deixasse de ser física, ou seja, se antes um loja concorria apenas com uma outra da mesma cidade ou Estado, agora isso mudou, dando chances bastante equalizadas para pequenas lojas do varejo brigarem com as grandes redes. “O que diferencia uma loja da outra fica por conta da qualidade do site e, principalmente, da usabilidade do portal”, avalia. A usabilidade se refere à facilidade de uso, sendo assim, não adianta a empresa oferecer um canal de vendas se o usuário não sabe como proceder para realizar a compra ou então por alguma razão fica descontente com o serviço.

O economista acredita que as empresas deveriam investir numa consultoria para realizar a criação do site. “O custo de criação e manutenção pode ser encarado como um investimento que recupera facilmente o seu valor. Isso se dá por meio das vendas ou até mesmo da melhora de relacionamento entre instituição e público”, sinaliza Cardoso, que ainda alerta que nos dias de hoje ter um bom site é mais do que uma necessidade – é uma exigência.

Conforme explica o diretor da empresa Agência de Internet, empresa de gestão digital de negócios, Gustavo Tagliassuchi, a busca de lojas de pequeno porte pela criação ou reestruturação de sites tem sido grande. “E esse trabalho precisa ser feito de forma bastante detalhada, conhecendo bem o público-alvo da empresa, os produtos e a forma de trabalho. Além disso, na hora de vendas on-line, muito mais do que criar um site, o empresário precisa estar ciente de que questões de logística e atendimento são fundamentais para o sucesso”, considera. Ele ainda conta que as pequenas lojas que usam a internet como um canal de vendas e contato com o cliente passam mesmo a concorrer diretamente com grandes redes de lojas, obtendo assim retorno institucional e financeiro. “Muito querem apenas criar um site, mas conforme o tempo passa, os e-mails enviados e pedidos que surgem naturalmente mostram que essa pode ser uma nova atuação desta empresa”, avalia Tagliassuchi.

Segundo informações do Ibope NetRatings, em Porto Alegre, cerca de 53% dos acessos são de mulheres, contra 47% dos homens. Este é um dos indicativos que já podem ser pensados na hora de uma empresa trabalhar a criação de um portal. E o enfoque para as vendas virtuais tem sido tão procurado que, segundo o Nielsen/NetRatings, em 2001 existiam 17 endereços eletrônicos do setor de e-commerce (lojas, leilões e endereços de shoppings de grandes portais); já em 2006 este número passou para 88 sites, um crescimento de 417%.

Link original

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Quem é vivo…

posted on 4th of outubro, 2007

Já faz algum tempo que sumi aqui da minha coluna eletrônica (não posso dizer nada “digital” para não deixar o Jonatas maluco), pois acho que se a gente não nem nada a dizer (falar ou escrever), deve permanecer com a boca fechada. Devo ter perdido meus três leitores. Não que tenha recuperado a “centelha criativa” e resolvido voltar em grande estilo, mas era porque a correria estava grande mesmo.

De todos os problemas, acontecimentos interessantes e boas novas, fico com as últimas. Nos últimos meses o ritmo de trabalho aqui na Agência tem sido frenético. Bom que clientes adormecidos acordaram para demandas que há tempos tentávamos executar, sem falar nos novos clientes que apareceram, muitos dos quais proporcionando excelentes desafios durante o desenvolvimento dos novos projetos.

Mas voltando ao ponto, ficar de fora observando as coisas acontecerem aqui no Baguete foi apenas uma justificativa para ficar fora do ar por um período de tempo. O desenvolvimento do novo portal nos consumiu meses de planejamento e outros de execução. Ainda não chegamos ao resultado final, pois normalmente o avião decola antes de terminarmos a fuselagem, mas boa parte das novidades estão implantadas, e serão disponibilizadas tão logo estejam certificadas. Gostaria de comentar, mas o Maurício iria editar e cortar minha coluna!

O Baguete tem sido nosso cliente há tempos, e tem tido diversas demandas, tanto nas versões anteriores dos portais que passaram, quanto demandas internas e específicas para seus clientes, além do robô de notícias, a menina dos olhos do Gerson. Bom é ver que estamos evoluindo junto com o cliente. E o processo tende a ser contínuo daqui pra frente. Muito sucesso ao Baguete e seus clientes.

Falando neles, é interessante perceber como os novos clientes em geral estão ficando mais sofisticados e percebendo coisas que antes tínhamos até dificuldade em demonstrar, como a otimização dos sites (e conteúdos) para os mecanismos de busca. Isso demonstra mais maturidade do mercado, inclusive da concorrência. Todo mundo trabalhando bem só tende melhorar a média geral.

De política não devo falar, só executar.

Notas

- Parabéns à InternetSul pelas homenagens na última sexta-feira, merecidas, e ao Jaime “Jobs” Wagner.

- Também importante lembrar que neste mês teremos o evento maior da AGADi, o III Fórum de Internet Corporativa, no dia 29/10 no Sheraton em Porto Alegre, das 9h às 19h. Vale a pena participar.

- Já no mês que vem é a vez da 2ª edição do SenacTech, 06/11, no Plaza São Rafael.

- Parabéns também ao amigo Jonatas, com as colunas mais lidas do Baguete.

- O Rafael Krug acabou de assumir a presidência da Alats, Associação Latino Americana de Teste de Software. Vai seguir fazendo o ótimo trabalho que já executa na Zero-Defect, empresa fantástica e com excelentes colaboradores.

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Telemarketing ou invasão de privacidade?

posted on 5th of fevereiro, 2007

Estranhamente tenho percebido desde o final de 2006, um aumento de casos de empresas ligando desesperadamente para oferecer seus serviços. Além dos jornais (Zero Hora e Correio do Povo), recebi insistentes ligações da Brasil Teletubbies, e chegaram ao cúmulo de duas pessoas ligarem ao mesmo tempo (viva a espera da GVT) para oferecem os velhos serviços e o mau atendimento de sempre.

Normalmente já despacho com um NÃO, obrigado. Porém a coisa está ficando insistente e chata e o que é pior, está agora utilizando informações do meu cadastro na GVT, chegando a informar o meu plano e quanto eu pago por mês para oferecerem algo um pouco pior e um pouco mais barato.

É aí que me pergunto, onde está a ética? Quem deixa uma empresa e vai para outra leva todo o cadastro? Simples assim?

Não sei se é necessidade de vender mais ou se é simplesmente roubo de informações sigilosas ou atividade dos crackers de plantão.

Nem vou entrar no mérito do SPAM, porque dia sim dia não, entre os milhares que recebo, diversos planos fantásticos para migrar as linhas da empresa. Obviamente os agentes autorizados utilizam de práticas não convencionais ou mesmo questionáveis. Mas fica claro que seriedade não é o forte em nenhuma dessas empresas.

Aguardo o dia em que cadastraremos nosso número nas listas de ?não me incomodem mais?.

Diversas:

1 ? Janeiro foi um mês muito diferente dos dez janeiros anteriores. Ainda não estou acreditando…

2 ? Muita gente reclamando do Vista, pensando que serão obrigados a trocar o hardware. Mas penso que pouca gente lembra do que era utilizar um PC com DOS 6.22, wordstar e lotus 1-2-3. Esquecem o que significou o windows 3.11 e o windows 95. Será que tudo seria melhor se a Microsoft não forçasse a barra a cada 5 anos? E quem não gosta tem opções fantásticas no mundo do OpenSource, é só estudar e ler o manual antes de mexer.

3 ? Se você lembra de uma música, assovia ela o tempo todo, mas não consegue lembrar de quem é a música (como diria o Silvio Santos), então tente o www.midomi.com, lá você dá uma assoviada, no microfone obviamente, e o mecanismo de busca pesquisa num banco de dados de melodias e compara o tom ou freqüência, parece que funciona.

4 ? Para quem utiliza tablet PCs, o Vista traz melhorias significativas no reconhecimento da escrita e na maneira de tratar a caneta e o mouse ? que são coisas diferentes!

5 ? E quem diria que a Sun ia ter um caso com a Intel? Só falta a Oracle e a Microsoft…

6 ? Para não dizerem que só puxei o saco da MS, o Vista tem alguns problemas de segurança com os ?gadgets?, aquelas traquitanas que instalamos na barra lateral, como relógio, cotação da bolsa, previsão do tempo. Então cuide a procedência do seu gadget antes de instalar.

7 ? Atualmente uma das coisas que mais me preocupa é a gripe aviária. Mais que o aquecimento global. Até li que o vírus (H5N1 na sua versão mais destrutiva) está apenas a duas ?mutações? de se tornar transmissível de uma pessoa a outra…

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Papai Noel, o ano que passou, e o que vem por aí!

posted on 18th of dezembro, 2006

Sobre o Papai Noel
Só tem uma coisa que você precisa saber sobre o Papai Noel, ele existe, e é colorado! Achou que fosse coincidência? Mas não é! Dá-lhe Internacional! Agora entendo um pouco melhor o orgulho gremista.

Sobre o ano que passou
Bom, o ano que passou (sim, passou, o ano acaba nesta semana), não foi exatamente o que eu esperava, mas olhando os números aqui da empresa, foi melhor que os dois anos anteriores em muitos aspectos. Alguns projetos foram adiante, outros vão ter que esperar mais um pouco, mas o balanço é (um pouco) positivo.

Não podia deixar de lembrar algumas coisas legais que aconteceram em 2006, ou que tiveram seu ápice neste ano.

1 – Notebook de US$ 100, 150 ou não? Acho que não, aposto mais na iniciativa da Intel, a plataforma Classmate PC, é uma solução ? do meu ponto de vista ? mais completa, pensa na escola, nos professores e nos alunos.

2 – VoIP, e Wi-Fi e WiMAX. Embora o VoIP esteja sacramentado, quem não o utiliza (ou não sabe que utiliza), o fará muito rapidamente, e com o crescimento das redes Wi-Fi por todos os lados (normalmente abertas e desprotegidas), surgiram novos dispositivos como os telefones Wi-Fi. Agora, se a ficha ainda não caiu, tem idéia do que você poderá fazer com um telefone Wi-Fi quando o WiMAX estiver funcionando por aqui? Faça já seu cadastro num Skype ou outro provedor da sua preferência, se gostar de economizar algum dinheiro.

3 – Blogosfera. Não é deste ano que os blogs existem, mas foi a partir daqui que as empresas começaram a enxergar eles com outros olhos. Os sites de vídeos e podcast também tiveram número massivo de adesões de novos usuários. Também não posso deixar de citar o caso do YouTube, acho que o Google esqueceu que tinha o Google Vídeo. Mas, Larry e Sergey devem saber o que fazem com seus bilhões de dólares.

4 – Smartphones. Desde que comecei a utilizar um smartphone da Kyocera, antes de o CDMA ser padrão da Vivo por aqui, fiquei mais fã ainda do Palm, o qual sou usuário desde o modelo Professional lá por volta de 1997. Mas foi fantástico ver os novos aparelhos que apareceram neste ano no mercado, principalmente porque o preço despencou. Hoje você já adquire modelos bem interessantes por volta de R$ 300,00.

5 – Banda nem tão larga. Depois do auê do aumento de banda, foi triste ver o que aconteceu. O Vírtua que era ?doubleflash?, velocidade de upload e download igual, ficou na calada da noite ?megaflash?, ou seja, a velocidade de upload caiu para míseros 1/6 da velocidade de download. Pior que isso foi o que os usuários de ADSL da Brasil Telecom enfrentaram. Não sei com certeza se foi por excesso de demanda (e falta de banda) ou se foi em função da implantação de um famigerado software de controle de tráfego (e de tudo mais) que passa pelos pares metálicos. Mas, que venha o WiMAX, vamos ver o que sobra (preferencialmente de um novo player).

6 – MS e Novell. Não sei o que vai dar dessa parceria (não vou falar a marca da cerveja), mas o fato é que a gritaria dos usuários (dos dois lados) é grande. Porém, uma coisa interessante é o fato da MS liberar ou compartilhar o formato de arquivo da nova versão do Office, acho que isso impulsionará as alternativas opensource e online disponíveis para se trabalhar com os formatos anteriormente proprietários do Bill. E se for para o bem que seja longa a parceria.

7 – Vista. Se você ainda não teve oportunidade de testar, aparentemente é muito bom e robusto, e aparenta ser mais seguro, pelo menos incomoda o tempo todo com avisos de segurança que antes passavam batido no XP. O Vista parece ser muito melhor do que muitos esperavam. Só talvez seja mais viável trocar o PC por um novo do que fazer o upgrade do seu XP para ele. Além disso, cheque antes se o seu legado de hardware é compatível e se vai ter suporte dos seus fabricantes para fornecer os drivers para o novo sistema operacional, de outra forma aguarde mais algum tempo.

8 – Google corporativo. Para felicidade dos acionistas e especialistas em especular, o Google está dando muita atenção ao seu produto corporativo Google Appliance. Espécie de servidor contendo um mini-google para uso corporativo, a fim de facilitar a busca por informações em redes internas de empresas, indexando e relacionando diversos tipos de arquivos. Agora eles vão ter que se cuidar com a IBM e o Yahoo, aguardem.

9 – Modéstia à parte. A Microsoft descarta que o Google incomode ela de alguma forma no que diz respeito às ferramentas online do Google para o mundo corporativo. Ainda bem que o Barcelona pensava assim ao jogar a final com o Internacional.

10 – A personalidade do ano é você. A Time fecha o ano elegendo você como personalidade do ano. Estampando na capa um PC com uma tela espelhada (para você se enxergar no reflexo), entende que devido aos blogs, redes sociais e compartilhamento de vídeos, comum a todos nós. Vá entender!

11 – Compre para seu filho um dos consoles de vídeo games da nova geração. Qualquer coisa entre R$ 6.000 e R$ 9.000 deve resolver o problema. Pode parcelar no cartão…

E o que vem por aí
Creio que 2007 promete, e temos muito trabalho pela frente. Espero que tenhamos o gás necessário para manter a motivação acima da taxa de juros. Vamos lá.

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