dezembro 13, 2004 | In: Baguete
A arte do preenchimento do briefing
Recentemente li um artigo fantástico de Elaine Xavier, no WebInsider, se quiserem mando o link, mas tem que pedir por e-mail! O artigo sintetizava de uma forma sensacioal a dificuldade de se preencher um briefing na maioria das vezes. Isso que a autora aborda o tema pela ótica de uma agência, dupla de criação, sintetiza de forma real o trabalho que dá fazer esse documento sagrado ? que normalmente deveria nortear um trabalho de criação ou desenvolvimento ? para em inúmeras vezes sequer ser lido.
Trabalho com desenvolvimento para a web a bastante tempo, aprendi que o briefing precisa ser simples o suficiente para ser preenchido, prático para ser olhado, entendido e respondido com poucas perguntas, e de preferência ter uma disposição sintética, uma ou duas folhas para ser fácil de manusear.
Não que tenha descoberto a forma maravilhosa de fazer isso, de certa forma os anos e os profissionais e clientes com que me relacionei, além de vasto material de consulta disponível Internet afora, a gente vai tentando e modificando até ficar bom.
E isso facilita a vida um monte, dali saem as propostas iniciais e os brainstorms internos da nossa equipe. As vezes é preciso fazer uma segunda visita pra esclarecer pontos obscuros ou novas idéias, mas a síntese nestes tempos de redução de custos (isso implica em reduzir custos da prospecção também!) é fundamental.
Se a minha leitora fiel quiser envio uma cópia do nosso material mais atualizado, sem problema algum. Mas lembro que o papelzinho 90g A4 não é mágico, você é quem vai preencher ele!
