Atendimento muito mais que virtual
Desde 1995, ano que considero o marco da mudança quando falamos em Internet, muita coisa evoluiu nos web sites com relação a atendimento dos clientes. Foi-se o tempo de oferecer apenas um link com um e-mail, ou simples (e práticos) formulários de envio de e-mail, que normalmente não eram respondidos na velocidade que os usuários esperavam.
Surgiram outras alternativas, os chats, de início entre operador e usuário, até os mais sofisticados, onde um operador conversa simultaneamente com até 6 usuários, atendendo bem dentro de alguns princípios. E mais a frente, existiu a interação direta do operador, de acordo com o que o usuário fazia ou deixava de fazer (abandonar uma compra por exemplo), onde o operador “aparecia” em meio a uma janela pop-up inesperada e solicitava ao usuários algumas informações, ou mesmo tentava reverter o processo.
A partir disso algumas coisas novas começaram a aparecer, mais especificamente os assistentes virtuais. São mecanismos que se assemelham a chats (com um caracter personalizado ou não), onde os usuários interagem normalmente como se estivessem conversando com um operador humano. A diferença fica por conta do conhecimento desse assistente (normalmente ele domina uma área de conhecimento específica para a qual foi treinado, ou ensinado), e também porque ele não cansa, não recebe 13º e pode desafogar a equipe de atendimento real, pois pode ser a primeira fase do processo de atendimento.
Algumas empresas já acordaram para esse tendência, enquanto outras estão maravilhadas com o irmão dos assistentes, os chatterbots, mas não confunda! Inclusive para deixar uma melhor impressão sobre o que escrevi acima, visite o site do Terceira Terça, e pergunta sobre o evento para a nossa assistente e musa virtual, a Tetê. Mas lembre-se, ela foi ensinada sobre o evento, ela não vai querer sair com você para tomar cerveja.
