agosto 7, 2010 | In: Weblog

Voltando à ativa

Desde a última vez que postei algo visível aqui no blog (sim, tenhos páginas e serviços ocultos aqui) mudei de hospedagem duas vezes e tem uns dois dias fui “hackeado”.

Pensei que era um problema da minha hospedagem atual (Media Temple), depois me aprofundando achei que era alguma coisa que deixei de fazer ou de atualizar. Por fim estou também culpando o pessoal do WordPress!

Mas tudo bem, estou fazendo exaustivas atualizações neste e nos outros blogs que mantenho, a fim de me certificar que esse tipo de coisa desprezível não se repita.

Voltarei então com informações atualizadas. Mas a grosso modo via uma brecha nas hospedagens compartilhadas, alguém pode ter acessado a minha hospedagem através de outra. Mas isso fica para depois.

abril 1, 2010 | In: podcast

CroqueTI 008 tá na mão

O novo episódio do podcast mais ouvido do Brasil já está disponível. Vá ao site do CroqueTI ou se preferir via iTunes.

março 18, 2010 | In: Sem categoria

Causo da Apple

Lá por volta de 1996, eu e meus sócios na Appoint, empresa que desenvolvia aplicações multimídia, resolvemos evoluir tecnicamente, passando a ter acesso ao suporte e informações técnicas de nossos principais fornecedores, elencamos assim Adobe, Macromedia, Microsoft e Apple.

Afinal, além dos softwares você pode se tornar desenvolvedor (por uma pequena taxa…) tendo acesso a informações técnicas em primeira mão, além de suporte rápido quando necessário. Tudo de vento em popa com as primeiras três, o resultado foi até acima do esperado, informações freqüentes, atualizações, patches em primeira mão, testes de softwares e novidades antes de chegarem ao mercado, e por aí vai.

Porém na Apple o momento não era propício, o Steve Jobs tinha trazido um cara, John Sculley se não me falha a memória, um cara legal, trabalhou em grandes companhias antes, e depois tirou o próprio Jobs da empresa. Apesar de ter ficado 10 anos a frente da Apple, em 1995 ele é saído, entra em cena o Gil Amelio, também cheio de molduras na parede da sala.

Porém a estratégia de permitir que outras empresas vendam clones autorizados não foi a melhor, e a Apple mergulhou numa grande crise financeira. Essa crise em 1996 me fez adquirir a caneta mais cara da minha vida, custou US$ 1.000,00. Não que eu quisesse uma caneta roller-ball com o logo da Apple (ainda era o colorido), mas foi a única coisa que recebi até quase o final de 1997, referente a ter me tornado desenvolvedor da Apple… Foi complicada a coisa, mas a partir dali eles começaram a mandar os materiais na frequência esperada, inclusive prorrogaram a minha inscrição por um bom tempo depois do ocorrido.

O mais interessante que desenvolvíamos em Director e Authorware na época, e frequentes eram os trabalhos que faziamos tudo no mac e geravamos os “projectors” (executáveis) no mac para depois rodar no PC. Era melhor, mais fácil, e normalmente tudo funcionava bem. Assim como captura e edição de vídeo não linear, não tinha como fazer direito no PC, o mac levava vantagem.

Até compramos depois do primeiro PowerMac um clone da APC com um processador PowerPC 603, ótima máquina, já com diversos elementos mundanos de PC, como drives IDE, barramento PCI e por aí vai.

Finalizo esse dizendo que fiquei com cacotes de ter usado Mac um tempo, necessidade de utilizar um desktop maior (com dois monitores) e sempre tentava fazer as coisas fáceis do MacOS no Windows, nem sempre com sucesso.

Depois disso larguei de mão total, fiquei anos sem ter contato com qualquer tralha da Apple, mesmo o iPod, só voltei a mexer nisso recentemente porque a empresa me deu um iPhone. Então comecei a furungar mais. Me deu uma saudade de desenvolver algumas coisas, confesso que fui pesquisar a renovação da minha licença de Apple Developer, mas primeiro vou ter que me coçar e comprar um iMac ou um MacBook.

Mas o resultado disso eu conto em outro post…

Bruno Fajardo (esquerda) Lucas Branco (centro) e eu

Bruno Fajardo (esquerda) Lucas Branco (centro) e eu

Bom, depois da inércia inicial no ano passado, finalmente engatamos a primeira marcha e conseguimos manter alguma continuidade na produção do podcast. Acho que quem gosta de TI, quem não gosta de TI e quem quer ouvir sobre as novidades tecnológicas de um jeito diferente deveria ouvir o CroqueTI.

Neste episódio:

  • Cliente reclama de serviço e operadora manda torpedo: “Dane-se”
  • Plano nacional de banda larga nos EUA
  • Google paga por bugs no Chrome 4
  • iTablet existe sim e é mais tri que iPad
  • Tiozinho que viu mulher seminua ao vivo na TV mantém emprego
  • Cracker tenta carpear Ronaldinho Gaúcho
  • Rádio digital é o futuro
  • Vidro líquido
  • Cerveja fortalece os ossos
  • EUA querem banir baterias de notebooks e celulares de voos

Dando prosseguimento aos trabalhos, finalmente todo o time reunido: http://www.croqueti.com.br/2010/02/episodio-002/

Neste episódio abordamos: Twitter para cachorro, errata do podcast 001 sobre as câmeras do iPad, iBook Store somente disponível nos EUA, hiPhone vira iPad Nano, Oracle conclui a aquisição da Sun, como vai ficar a situação do MySQL? MariaDB, relógio do Dick Tracy, um marco da tecnologia e das histórias em quadrinhos.

É com muito orgulho, dezenas de horas de planejamento que iniciamos um novo projeto, o Podcast CroqueTI, eu, Lucas Branco e Bruno Fajardo começamos o novíssimo podcast CroqueTI, onde conversamos sobre tecnologia e tudo que se relaciona a ela de alguma forma. É óbvio que falamos de tudo um pouco, não só de tecnologia, confira!

Eu e Gláucia Civa

Eu e Gláucia Civa

Não vou escrever nada, só copiar o texto da Gláucia: O diretor de Desenvolvimento da Dinamize, Gustavo Tagliassuchi, é o convidado desta edição do Delicatessen. No podcast, comandado pela jornalista Gláucia Civa, ele fala sobre suas preferências em gastronomia, cinema, esportes, turismo, e se confessa um fã do rock’n roll de Chuck Berry. Se preferir o link original no Baguete.

[podcast]http://www.fiapo.com.br/conteudo/delicatessen.mp3[/podcast]

Pierre Levy

Pierre Levy

Bem, virei fã da Nokia no século passado. Para quem tinha um PT550 passar para o Nokia 6120 foi praticamente a mesma coisa que trocar o XT por um 486, mas enfim, achava os finlandeses o máximo. Isso foi até receber o meu N85 uns meses atrás e assistir a palestra do Edmar Bulla no FIC, Fórum de Internet Corporativa.

Não pelo Edmar, palestra legal, mas pela Nokia mesmo, que agora é uma empresa de Internet, não uma empresa de telefonia. Pois é, mas com tanta coisa que não funciona no meu aparelho, tanta coisa que não funciona nos sites da Nokia, comunidades que mudam de nome, agora é Ovi pra cá, Ovi isso, Ovi aquilo.

Para empresa de Internet vai ter que trabalhar mais pesado, pois a coisa toda é mais ou menos assim, algumas dezenas de sites distribuídos mundo afora, que infelizmente não são integrados, independente de acessar via PC ou via telefone, triste mesmo. Nem vou falar dos mapas, mesmo adquirindo a Navteq em 2007, parece que a atualização dos mapas ficou parada no século passado, Torres tem uma dúzia de ruas e avenidas apenas…

Mas isso eu resolvi, só instalei o Google Maps. Talvez fosse mais barato ter licenciado o uso dos mapas deles né? Mas isso fica para as cabeças pensantes da Nokia.

Mas e o Pierre Lévy o que tem a ver com as calças? Bom, ele era a atração principal do FIC, achava que ele era o meu bruxo desde quando li um livro dele em 1997 e descobri que ele era um filósofo que sabia muito de web, cibercultura e ciberespaço. Mas a palestra toda em francês quase chorei… Tá, tinha tradução sim. Mas poucos dias depois o cara dá uma ótima entrevista ao G1, tudo em inglês! Pô, sacanagem. Mas eu admiro tanto esse francês que vive no Canadá que coloco o link da entrevista aqui para vocês.

E finalizo esse dizendo que eu to de olho na Motorola de novo. A Nokia que se cuide…

Sempre me considerei um criativo. Afinal minha mãe sempre dizia: Como é criativo esse menino. Então a coisa foi fixando. Sempre achei fácil inventar alguma coisa nova, me parecia simples fazer alguma coisa legal e surpreender, os colegas, a professora, os amigos. Mas entendo agora que isso era fomentado pelo ambiente em que eu vivia.

Com o passar do tempo percebi que criatividade é tudo. Mas ela é proporcional ao ambiente que nos cerca. Normalmente os ambientes – de trabalho – tendem involuntariamente a cercear essa criatividade. Ou por não ser minimamente agradável, ou por ter pessoas que limitam e detonam a criatividade alheia. Não chega a ser algo ruim como a inveja, mas invariavelmente as pessoas são assim com as outras. Então é preciso diariamente regar a semente da criatividade, senão ela morre.

Então você se vê de certa forma castrado daquilo que antes era fácil e vinha assim como uma brisa ou um vendaval, às vezes mais facilmente, outras vezes menos. E não pense que o processo criativo é parecido com o digestivo, nem tudo o que você come vai necessariamente sair na outra ponta. Então para qualquer tarefa bem planejada, bem definida, é preciso ter criatividade para executar.

Você deve estar se perguntando de que exatamente estou falando. Estou falando que tudo o que você executa, profissionalmente, tem a ver com sua capacidade de transformar o seu conhecimento tácito em conhecimento explícito, para que os demais apreciem a sua obra. Isso é fazer uso da sua criatividade. E para fazer isso e ter sucesso, o ecossistema que o rodeia faz toda a diferença. Não adianta criar uma obra no meio do brejo.

Nem sempre o bloqueio que você está tendo é culpa sua. Nem sempre quem está em volta está disposto a ajudar. É aí que precisamos ser mais criativos, ou você muda as pessoas ou se muda de perto delas. Aí entraremos na zona de conforto. Mas essa fica para a próxima. Seja feliz e se liberte dos inoportunos.

Recomendamos

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Bem dizem que a primeira vez a gente nunca esquece. A minha foi lá por 1995, mas não lembro com quem! Sem trocadilhos, estou escrevendo sobre a maior parte das experiências de compras online que tive desde 1995 até hoje. As compras legais, coisas engraçadas, as que deram problema, enfim, você poderá também participar. Mas não é aqui, é num novo projeto.

Já com conteúdo programado para os próximos 30 dias, peço que você acompanhe o novo blog: Recomendamos

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